A Insônia um problema corriqueiro?
Dra. Francis Amendola
Diretora do Dpto de Pesquisa de CMA
A insônia não pode ser considerada como um problema insignificante, já que constitui um fator que desencadeia desordens físicas e mentais, problemas trabalhistas, deterioração social, assim como uma importante redução da qualidade de vida.
A insônia pode ser definida como a inabilidade crônica para obter a quantidade de sono necessária para o funcionamento e bem-estar corretos.
Constitui um dos motivos de consulta médica mais comum, afetando a qualquer sexo. Apresenta-se mais freqüentemente na população maior de 65 anos.
A saúde de uma pessoa não está em risco quando se dorme em média de 6 a 8 horas diária, entretanto, os requerimentos de sono são variáveis. Para alguns é suficiente com 4 horas cada noite, enquanto que outros necessitam de 10 a 11 horas. Os requerimentos de sono também mudam com a idade. É recomendável escutar os sinais de sono do corpo e tratar de dormir a quantidade de horas que sejam reparadoras.
A insônia pode ser primária quando não é causado por nenhuma condição física nem mental conhecida, ou secundária quando é originado por: abuso de café ou álcool, drogas hipertensoras, betabloqueantes, antidepressivas, broncodilatadoras, anfetaminas, assim como a ansiedade, estresse, depressão ou outras enfermidades físicas ou mentais.
As conseqüências que a insônia pode gerar vão da sonolência diurna, astenia, incapacidade para se sentir satisfeito em assuntos usualmente prazerosos, transtornos de memória, dificuldade para o cumprimento dos trabalhos diários, irritabilidade, ansiedade, capacidade diminuída do sistema imune para combater infecções, até sentimentos de baixa auto-estima, depressão e idealização suicida.
A solução para a insônia representa um desafio para os médicos. O uso de sedativos de ação prolongada ou em altas doses para tratar a insônia pode aumentar a sonolência diurna, piorando o problema em vez de melhorá-lo. Os hipnóticos, ansiolíticos, antidepressivos ou neurolépticos induzem freqüentemente tolerância ao medicamento e não proporcionam um sono tranqüilo e reparador. Como resultado, a pessoa pode sentir mais dependência do medicamento e concluir que necessita de maior quantidade. Quanto mais medicamento se toma, maior será a tolerância e os efeitos secundários que se podem desencadear. Quando se suspendem estes tranqüilizadores, é comum que a insônia piore.
A Medicina Sistêmica contrária à indicação destas nocivas drogas sintéticas propõe uma formulação alternativa que não produz efeitos secundários e que se dirige à raiz do problema. Esta alternativa se baseia em uma combinação de plantas medicinais, que inclui a Rhodiola rosea , Leuzea carthamoides , Valeriana officinalis , Panax quinquefolius , cálcio e magnésio. As ações conjuntas destas plantas e minerais aumentam os três elementos fundamentais da saúde de toda pessoa, quer dizer, geram Energia a qual é utilizada pela Biointeligência para criar ordem e equilíbrio em órgãos e sistemas, aumentando assim o potencial de sobrevivência ou nível de saúde nas pessoas.
Estas plantas, ingeridas de maneira regular, corrigem os desequilíbrios neuroendócrinos que acompanham à insônia, por isso a recuperação é muito mais rápida. Em outras palavras, oferecem ordem à desordem do sistema, de uma maneira sã, natural e muito mais econômica.
Tradução: Teu Corpo.com.br
Referência: http://www.adaptogeno.com/art_opinion/art122.asp
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