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	<title> &#187; Medicina Alternativa</title>
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		<title>Farm&#225;cia Natural</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 20:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[Farmácia Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[A natureza que nos rodeia, da que somos parte e da que dependemos, oferece-nos uma s&#233;rie de recursos que possibilitam a exist&#234;ncia do homem sobre a terra. Estes recursos s&#227;o do in&#237;cio de nossa exist&#234;ncia como esp&#233;cie ou como pessoa, elementos necess&#225;rios para a vida e o desenvolvimento. Com estes recursos nos constru&#237;mos, desenvolvemo-nos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A natureza que nos rodeia, da que somos parte e da que dependemos, oferece-nos uma s&eacute;rie de recursos que possibilitam a exist&ecirc;ncia do homem sobre a terra. Estes recursos s&atilde;o do in&iacute;cio de nossa exist&ecirc;ncia como esp&eacute;cie ou como pessoa, elementos necess&aacute;rios para a vida e o desenvolvimento. Com estes recursos nos constru&iacute;mos, desenvolvemo-nos e evolu&iacute;mos, protegemo-nos&#8230; .Utilizamos alimentos, minerais, l&iacute;quidos e outros elementos precisos&#8230;, mas tamb&eacute;m usamos parte destes recursos como elementos medicinais de onde extraiu-se rem&eacute;dios necess&aacute;rios para a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de.</p>
<p style="text-align: justify;">A classifica&ccedil;&atilde;o mais simples dos medicamentos &eacute; aquela que o faz em rela&ccedil;&atilde;o com sua proced&ecirc;ncia. Os medicamentos podem proceder do reino animal, vegetal, mineral ou podem ser artificiais (de s&iacute;ntese qu&iacute;mica em laborat&oacute;rio).</p>
<p style="text-align: justify;">Os elementos provenientes dos minerais, vegetais ou do reino animal podem ser usados como medicamentos em formas cruas, quer dizer, sem ter sido submetidas a nenhum processo de elabora&ccedil;&atilde;o e algumas vezes estes elementos s&atilde;o submetidos a algum processo de elabora&ccedil;&atilde;o que os transformam, mantendo ou potencializando sua a&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica ou simplesmente seu  modo de aplica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Das culturas mais antigas se t&ecirc;m refer&ecirc;ncias do uso de plantas medicinais. Tanto na cultura babil&ocirc;nica com o C&oacute;digo do Hammurabi (2000 a.C.) como entre os eg&iacute;pcios no Papiro do Ebers (1550 a.C.) empregam-se como f&aacute;rmacos o &oacute;pio, o sulfato de cobre, o regaliz&#8230;, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">A recopila&ccedil;&atilde;o de todos os conhecimentos da farm&aacute;cia natural se desenvolve com o Hip&oacute;crates, Diosc&oacute;rides, Galeno e muitos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Igualmente as culturas orientais vieram utilizando historicamente rem&eacute;dios farmacol&oacute;gicos extra&iacute;dos da natureza. Kuang Ti, o estudo mais antigo sobre medicina, escrito 20 s&eacute;culos a.C., refere &agrave;s indica&ccedil;&otilde;es especificas dos vegetais. Igualmente Li Che Ten em seu Peng T&#8217;Sao, descreve a 2500 anos a.C. mais de 8000 receitas e quase 1100 vegetais. Assim mesmo apareceram verdadeiros estudos sobre o tema como o Shang-H&atilde;o Seg, escrito pelo Zhang Zhong-jing.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ayurveda, a medicina da &Iacute;ndia, em seu Charaka Samhita proclama nos finais do primeiro mil&ecirc;nio a.C. que toda subst&acirc;ncia pode ter valor medicinal, s&oacute; &eacute; quest&atilde;o de saber utiliz&aacute;-la. Eles usavam, por exemplo, a Rauwolfia serpentina para a hipertens&atilde;o arterial entre outros. O ayurveda tem sua base terap&ecirc;utica em vegetais e minerais</p>
<p style="text-align: justify;">A FITOTERAPIA, quer dizer, o uso dos elementos vegetais para melhorar o estado de sa&uacute;de, &eacute; uma conseq&uuml;&ecirc;ncia l&oacute;gica para uma esp&eacute;cie, como a humana, que utiliza os vegetais para alimentar-se e, portanto adquire, pela pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia, as conseq&uuml;&ecirc;ncias do uso dos diferentes elementos que de maneira natural encontra em seu ambiente. &Eacute; evidente que daquela utiliza&ccedil;&atilde;o, teve que sair de maneira imediata o conhecimento das plantas como alimento, medicamento ou t&oacute;xico, conhecimento que veio a facilitar a sobreviv&ecirc;ncia da esp&eacute;cie.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto a fitoterapia n&atilde;o fica circunscrita a essa praxe cotidiana, nada desdenh&aacute;vel, da experi&ecirc;ncia de cada povo e seu meio. O estudo farmacol&oacute;gico, em laborat&oacute;rio e pela cl&iacute;nica, de cada planta, d&aacute; a possibilidade de definir os componentes ativos que possui indica&ccedil;&otilde;es, posologia, intera&ccedil;&otilde;es com outras mol&eacute;culas, etc. Deste ponto de vista a fitoterapia &eacute; uma verdadeira farmacologia em que produtos qu&iacute;micos mostram sua atividade frente a enfermidades, ao igual a qualquer mol&eacute;cula sintetizada em laborat&oacute;rio, mas com a vantagem de ser uma mol&eacute;cula natural, portanto &#8220;equilibrada&#8221;. &Eacute; assim que se pode encontrar a fitoterapia em modos de administra&ccedil;&atilde;o diferentes segundo sua absor&ccedil;&atilde;o e as particularidades dos elementos ativos, inclusive isolando da planta e administrando a mol&eacute;cula ativa de maneira mais precisa em doses e hor&aacute;rios convenientes.</p>
<p style="text-align: justify;">S&atilde;o diferentes os princ&iacute;pios ativos que cada planta cont&eacute;m e tamb&eacute;m existe diferen&ccedil;as entre esses princ&iacute;pios em cada uma das partes da planta, sendo portanto necess&aacute;rias a ingest&atilde;o especifica de  raiz, caule, folhas, flores, frutos ou sementes, ou o conjunto da planta</p>
<p style="text-align: justify;">As dissolu&ccedil;&otilde;es em diferentes meios, os p&oacute;s vegetais, a planta fresca ou seca, a destila&ccedil;&atilde;o (seja de azeites essenciais, em &aacute;lcool destilado ou em &aacute;guas destiladas) e extratos, n&atilde;o s&atilde;o a n&atilde;o ser formas de conservar as mol&eacute;culas ativas que logo ser&atilde;o administradas como gotas, c&aacute;psulas, infus&otilde;es, suposit&oacute;rios, inala&ccedil;&otilde;es, pomadas, etc. segundo crit&eacute;rio e plano terap&ecirc;utico.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser&aacute; o modo de utilizar a fitoterapia no cuidado da sa&uacute;de, no respeito da natureza dos processos defensivos da pr&oacute;pria pessoa, o que faz da fitoterapia um recurso da Medicina Natural, ou um meio alheio a essa praxe e s&oacute; um recurso farmacol&oacute;gico a mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os DERIVADOS DE ANIMAIS foram se utilizando em p&oacute; de &oacute;rg&atilde;os, ou na maioria das vezes, subst&acirc;ncias derivadas deles, como no caso dos produtos hormonais. A medicina homeop&aacute;tica os utiliza na organoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ELEMENTOS MINERAIS e seus compostos qu&iacute;micos foram utilizados com profus&atilde;o desde &eacute;pocas remotas. O sulfato de cobre, o enxofre, o ars&ecirc;nico&#8230;, eram utilizados pelos eg&iacute;pcios, Os &aacute;rabes utilizavam o ouro e a pomada de merc&uacute;rio e Paracelso utilizava elementos como o ferro, o antim&ocirc;nio ou o merc&uacute;rio como tratamento para a s&iacute;filis. Na realidade hoje conhecemos detalhes pela farmacologia moderna como da a&ccedil;&atilde;o proteol&iacute;tica e germicida dos metais pesados como merc&uacute;rio, prata ou cobre. O Ayurveda utiliza tamb&eacute;m multid&otilde;es de minerais como a prata, o ouro, a mica ou, sobre tudo, o merc&uacute;rio.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as culturas vieram abastecendo-se da FARM&Aacute;CIA NATURAL para tratar suas enfermidades. &Eacute; a partir do s&eacute;culo XIX, depois da s&iacute;ntese de alguns princ&iacute;pios ativos provenientes das plantas (a primeira foi &agrave; morfina do &oacute;pio) quando se inicia o r&aacute;pido desenvolvimento da s&iacute;ntese de princ&iacute;pios ativos, inicialmente das plantas que vinham utilizando-se e que tinham a&ccedil;&atilde;o farmacol&oacute;gica, derivando logo para a transforma&ccedil;&atilde;o e o desenho qu&iacute;mico, iniciando uma etapa de esquecimento quando n&atilde;o desd&eacute;m da FARM&Aacute;CIA NATURAL.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje o homem volta sua vis&atilde;o aos elementos naturais, tanto na terra como no mar, na busca de respostas a enfermidades como o c&acirc;ncer ou a SIDA.</p>
<p><strong>Tradu&ccedil;&atilde;o:</strong> Teu Corpo.com.br</p>
<p><strong>Refer&ecirc;ncia:</strong> http://www.saludnatural.net/</p>
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		<title>Acupuntura</title>
		<link>http://www.teucorpo.com.br/acupuntura/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 21:35:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Acupuntura]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo Acupuntura, que literalmente s&#243; expressa &#8220;cravar com agulhas&#8221;, veio a substituir ao mais preciso e real da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), corpo te&#243;rico e pr&#225;tico do conhecimento sobre a sa&#250;de de extraordin&#225;ria complexidade, com mais de quatro mil anos de antig&#252;idade e intimamente relacionado com a realidade cultural oriental  e de seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img src="/wp-content/uploads/medicina_alternativa/acupuntura/Acup.h2_1.gif" border="0" alt="Acup.h2 1 Acupuntura" width="109" height="105" align="left" title="Acupuntura" />O termo Acupuntura, que literalmente s&oacute; expressa &#8220;cravar com agulhas&#8221;, veio a substituir ao mais preciso e real da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), corpo te&oacute;rico e pr&aacute;tico do conhecimento sobre a sa&uacute;de de extraordin&aacute;ria complexidade, com mais de quatro mil anos de antig&uuml;idade e intimamente relacionado com a realidade cultural oriental  e de seus conhecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua ess&ecirc;ncia nasce como uma medicina de conceito globalizador do homem no cosmos (&#8221;o homem entre o c&eacute;u e a terra&#8221;), conseq&uuml;&ecirc;ncia do arraigo do tao&iacute;smo como princ&iacute;pio primitivo e de transforma&ccedil;&otilde;es din&acirc;micas (energ&eacute;tica), sobre tudo foi ser plasmada esta via filos&oacute;fica pelo Lao Tse no Tao Lhe King. Compreender o Tao, portanto o transfundo da Medicina Tradicional Chinesa, implica o conhecimento na ess&ecirc;ncia das coisas. N&atilde;o &eacute; uma teoria que surja da revela&ccedil;&atilde;o, mas sim do entendimento profundo que brota depois da observa&ccedil;&atilde;o da natureza das coisas em um sentido amplo.</p>
<p style="text-align: justify;">O corpus te&oacute;rico da MTC tem seu centro no Ney-King, livro dos conhecimentos m&eacute;dicos atribu&iacute;do ao Hoang Ti 2600 anos a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">Como medicina em ess&ecirc;ncia energ&eacute;tica, a pr&aacute;tica da MTC promove o equil&iacute;brio harm&ocirc;nico do homem na natureza, tratando a este como um microcosmo imerso em um macrocosmo e estruturando assim um sistema de intera&ccedil;&otilde;es c&iacute;clicas que conformam a realidade din&acirc;mica individual.</p>
<p style="text-align: justify;">Bastaria um conceito essencial do tao&iacute;smo para a valoriza&ccedil;&atilde;o da acupuntura como medicina &#8220;natural&#8221;. Referimos a um de seus elementos b&aacute;sicos: a a&ccedil;&atilde;o da &#8220;n&atilde;o interven&ccedil;&atilde;o&#8221; Wu-Wei,  &#8220;fazer-n&atilde;o-fazendo&#8221; que leva a considera&ccedil;&atilde;o de que a interfer&ecirc;ncia nos processos naturais se volta ao contr&aacute;rio. Mas isto n&atilde;o significa o &#8220;n&atilde;o fazer nada&#8221;, mas sim implica o ato que favorece ao fen&ocirc;meno natural, mas n&atilde;o ir contra este, uma a&ccedil;&atilde;o na via da pr&oacute;pria natureza&#8230;: n&atilde;o &eacute; essa a defini&ccedil;&atilde;o estrita da medicina natural&#8230;? S&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es harm&ocirc;nicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto o diagn&oacute;stico como o tratamento no MTC vem marcado pela regula&ccedil;&atilde;o da energia (&#8230;das energias&#8221;). A ela se acessa atrav&eacute;s dos pulsos, da cl&iacute;nica, dos pontos&#8230; Os pontos energ&eacute;ticos est&atilde;o distribu&iacute;dos em uma s&eacute;rie de meridianos que percorrem nosso organismo como rios energ&eacute;ticos de v&aacute;rios n&iacute;veis, em superf&iacute;cie e em profundidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A an&aacute;lise do estado de sa&uacute;de das pessoas se faz em base &agrave; intera&ccedil;&atilde;o do sistema cosmos-homem-terra, introduzindo uma din&acirc;mica c&iacute;clica em um modelo de cinco movimentos (terra, metal, &aacute;gua, madeira e fogo) que se relacionam em um dobro ciclo generativo e de domin&acirc;ncia; estas rela&ccedil;&otilde;es explicam os estados de sa&uacute;de e de equil&iacute;brio, assim como o modo de adoecer, de uma maneira din&acirc;mica.</p>
<p style="text-align: justify;">Basicamente encontramos em um diagn&oacute;stico energ&eacute;tico, al&eacute;m do estado de equil&iacute;brio, estados de mal-estar, de vazio e de estados alterados (&#8221;perversos&#8221;) de energia que nos conduzem ao desenho terap&ecirc;utico b&aacute;sico de dispers&atilde;o, tonifica&ccedil;&atilde;o e regula&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m da interven&ccedil;&atilde;o com agulhas, no MTC se faz uso de outras t&eacute;cnicas como a moxibust&atilde;o, a press&atilde;o, a aplica&ccedil;&atilde;o de fitoterapia&#8230; Modernamente tamb&eacute;m se aplica aparelhos el&eacute;tricos, tanto para o diagn&oacute;stico como para o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Como vimos, aproximam-se em pouco os diagn&oacute;sticos energ&eacute;ticos do MTC com as etiquetas diagn&oacute;sticas que assumimos na medicina ocidental, entretanto, fora das considera&ccedil;&otilde;es entre puristas e adaptacionistas dos elementos da MTC a nossa cultura, a MTC pode ser aplic&aacute;vel perfeitamente em outro tipo de sociedade e de cren&ccedil;as e feitos culturais daqueles nos que se originou.</p>
<p><strong>Tradu&ccedil;&atilde;o:</strong> Teu Corpo.com.br</p>
<p><strong>Refer&ecirc;ncia:</strong> http://www.saludnatural.net/</p>
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		<title>Homeopatia</title>
		<link>http://www.teucorpo.com.br/homeopatia/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 20:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[Homeopatia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[A HOMEOPATIA constitui-se por si mesma uma forma de fazer medicina. N&#227;o somente &#233; uma terapia, um modo mais ou menos complicado de realizar o tratamento do doente, mas sim, al&#233;m disso, cont&#233;m elementos pr&#243;prios que permite o diagn&#243;stico, o entendimento e a valoriza&#231;&#227;o da enfermidade de uma maneira particular. Podemos assim falar de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A HOMEOPATIA constitui-se por si mesma uma forma de fazer medicina. N&atilde;o somente &eacute; uma terapia, um modo mais ou menos complicado de realizar o tratamento do doente, mas sim, al&eacute;m disso, cont&eacute;m elementos pr&oacute;prios que permite o diagn&oacute;stico, o entendimento e a valoriza&ccedil;&atilde;o da enfermidade de uma maneira particular. Podemos assim falar de um modo espec&iacute;fico de pensar e de tratar a sa&uacute;de que constituem a medicina homeop&aacute;tica. Podemos considerar &agrave; homeopatia como herdeira de algumas das dedu&ccedil;&otilde;es da mais cl&aacute;ssica Spagyria, mas a homeopatia n&atilde;o representa em ess&ecirc;ncia &agrave; medicina espagyrica em sua totalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagn&oacute;stico homeop&aacute;tico se ap&oacute;ia no conhecimento da rea&ccedil;&atilde;o individual da pessoa e considerando a enfermidade como um modo reativo, mas, como parte desse conjunto reativo que &eacute; uma pessoa. Pesquisa-se sobre as caracter&iacute;sticas particulares das rea&ccedil;&otilde;es individuais e de suas manifesta&ccedil;&otilde;es: como &eacute; &#8220;sua&#8221; febre, como &eacute; &#8220;sua&#8221; rea&ccedil;&atilde;o ante os elementos do ambiente, como &eacute; &#8220;sua&#8221; dor&#8230;, e tamb&eacute;m como &eacute; &#8220;seu” estado atual e como sente &#8220;seu&#8221; estado de sa&uacute;de. Esta an&aacute;lise do estado da pessoa se faz de maneira global e din&acirc;mica, considerando a pessoa, individualmente, como uma unidade em sua mente e corpo em cont&iacute;nua intera&ccedil;&atilde;o com o meio.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que se tenha estabelecido o conhecimento sobre o paciente, portanto seu diagn&oacute;stico homeop&aacute;tico, seu tratamento vir&aacute; indicado, seguindo a lei da similitude (&#8221; o similar ao que produz o mal, pode cur&aacute;-lo&#8221;), por rem&eacute;dios que quando se administram a pessoas s&atilde;s produzem a mesma enfermidade ou sintomas, mas as administrando em doses muito pequenas, infinitesimais e dinamizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim o tratamento se ap&oacute;ia em respeito ao terreno individual e ao conhecimento do modo reativo, de maneira din&acirc;mica; em cada momento do doente se indica o rem&eacute;dio mais especifico. O tratamento deve contemplar todo um conjunto de dados relacionados, tanto no aspecto ps&iacute;quico como no som&aacute;tico, de uma perspectiva global do paciente. Tamb&eacute;m podem se atacar com enfoque homeop&aacute;tico a&ccedil;&otilde;es parciais com abordagens de n&iacute;vel pontual que cubra sintomas particulares ou a&ccedil;&otilde;es coadjuvantes (atos depurativos, desintoxicantes, desbloqueantes, etc), mas sempre com a caracter&iacute;stica de conhecimento do terreno reagente particular de cada paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os rem&eacute;dios homeop&aacute;ticos prov&ecirc;m dos tr&ecirc;s reinos da natureza, animal, vegetal ou mineral, e se constituem em rem&eacute;dios homeop&aacute;ticos por ter sido experimentados em pessoas s&atilde;s, nas chamadas patogenesias, ou estudos experimentais dos rem&eacute;dios, de onde se observam os sinais e sintomas que provocam e, portanto, sobre os que poder&atilde;o ser utilizados. Os rem&eacute;dios utilizados em homeopatia encontram sua verdadeira natureza nas leis da dilui&ccedil;&atilde;o e na dinamiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem outros preparados homeop&aacute;ticos, como os nosodes, derivados dos produtos ou secre&ccedil;&otilde;es patol&oacute;gicas (exemplo os derivados de tuberculinas), que t&ecirc;m um posterior desenvolvimento para o grupo dos bioter&aacute;picos. Os sarcodes, derivados das estruturas ou secre&ccedil;&otilde;es naturais (como o colesterol ou alguns venenos de serpentes), com os que vieram a constituir o grupo de rem&eacute;dios usados em organoterapia (organoter&aacute;picos, como derivados do sangue ou dos horm&ocirc;nios).</p>
<p style="text-align: justify;">Na realidade tanto nosodes como sarcodes constituem grupos de rem&eacute;dios com patogenesia pr&oacute;pria e, portanto, seu uso cl&iacute;nico pode seguir as normas da prescri&ccedil;&atilde;o homeop&aacute;tica enquanto que os bioter&aacute;picos e os organoter&aacute;picos, ao carecer dela, s&oacute; possuem uma aproxima&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica homeop&aacute;tica em sua utiliza&ccedil;&atilde;o dilu&iacute;da e dinamizada, quanto a est&iacute;mulo, regula&ccedil;&atilde;o ou paralisa&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&otilde;es ou estados. Algo similar poder&iacute;amos referir quanto aos isop&aacute;ticos, preparados derivados a partir dos produtos da pessoa ao que vai destinado o rem&eacute;dio, com os que se realiza a isoterapia. Na pr&aacute;tica se perde &agrave;s vezes as diferencia&ccedil;&otilde;es de nosodes com bioter&aacute;picos e de sarcodes com organoter&aacute;picos passando-se a constituir os produtos de uso para a bioterapia e a organoterapia respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, podem utilizar-se, como aproxima&ccedil;&otilde;es, com o transfundo da t&eacute;cnica dos preparados homeop&aacute;ticos, outros modos de enfoques terap&ecirc;uticos como os constitu&iacute;dos pelos sais de Sch&uuml;essler, os oligoelementos, os florais de Bach&#8230;, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">A homeopatia &eacute; uma medicina global, pode tratar qualquer tipo de doente. Algumas vezes poder&aacute; ser o elemento &uacute;nico de tratamento e em outras ocasi&otilde;es poder&aacute; ser utilizada para complementar com outro tipo de terapia.</p>
<p style="text-align: justify;">- &#8230;a HOMEOPATIA &eacute; uma medicina natural, quer dizer, promove os pr&oacute;prios mecanismos naturais de defesa e adapta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">- &#8230;a homeopatia &eacute; compat&iacute;vel com outros tipos de tratamento. Inclusive podem utilizar-se simultaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;">- &#8230;atua na mesma dire&ccedil;&atilde;o que a rea&ccedil;&atilde;o do organismo para curar-se, n&atilde;o de maneira agressiva e contraria.</p>
<p style="text-align: justify;">- …cada sintoma se individualiza.</p>
<p style="text-align: justify;">-&#8230;a homeopatia representa um ato m&eacute;dico e por seguran&ccedil;a, como todo ato m&eacute;dico, s&oacute; deve ser prescrito por profissionais de medicina qualificados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Traduzido pela equipe Teu Corpo.com.br</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Refer&ecirc;ncia: http://www.saludnatural.net/</p>
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		<title>Sa&#250;de Natural</title>
		<link>http://www.teucorpo.com.br/saude-natural/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 18:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[organismo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A sa&#250;de &#233; o estado natural, ou melhor, o estado &#8220;mais prov&#225;vel&#8221; em base &#224; tend&#234;ncia da pr&#243;pria natureza do ser humano, como a de qualquer manifesta&#231;&#227;o, ao equil&#237;brio, dentro de um sistema amplo de intera&#231;&#227;o&#8230;
Isto equivale a um estado de equil&#237;brio em sua pr&#243;pria natureza e representa uma conseq&#252;&#234;ncia pr&#243;pria da ess&#234;ncia da vida: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A sa&uacute;de &eacute; o estado natural, ou melhor, o estado &#8220;mais prov&aacute;vel&#8221; em base &agrave; tend&ecirc;ncia da pr&oacute;pria natureza do ser humano, como a de qualquer manifesta&ccedil;&atilde;o, ao equil&iacute;brio, dentro de um sistema amplo de intera&ccedil;&atilde;o&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Isto equivale a um estado de equil&iacute;brio em sua pr&oacute;pria natureza e representa uma conseq&uuml;&ecirc;ncia pr&oacute;pria da ess&ecirc;ncia da vida: a tend&ecirc;ncia a diminui&ccedil;&atilde;o de entropia, portanto de desordem, no sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Natureza que tem que ser intu&iacute;da em sua base de uma perspectiva unit&aacute;ria, n&atilde;o dual.</p>
<p style="text-align: justify;">Equil&iacute;brio considerado n&atilde;o como um estado de perman&ecirc;ncia, mas sim de cont&iacute;nua muta&ccedil;&atilde;o em base &agrave; intera&ccedil;&atilde;o. Uma caracter&iacute;stica essencial desta natureza viva &eacute; a mudan&ccedil;a.</p>
<p style="text-align: justify;">A sa&uacute;de &#8211; &#8220;bem-estar&#8221; implica um estado relacionado com:</p>
<p style="text-align: justify;">- o grau de integridade da pr&oacute;pria natureza, os seres &#8220;inteligentes&#8221; derivam para a estranha habilidade de romper seu estado natural com pr&aacute;ticas comuns como os h&aacute;bitos alimentares ou os pensamentos.<br />
- os recursos que propiciam seu desenvolvimento em equil&iacute;brio com o ambiente (mecanismos de defesa e adapta&ccedil;&atilde;o)<br />
- a vivencia mental dos sentidos e a cria&ccedil;&atilde;o dos &#8220;egos&#8221; distorcionantes<br />
- a sensibilidade de cada qual na autopercep&ccedil;&atilde;o e &agrave; percep&ccedil;&atilde;o do ambiente, embora esta circunst&acirc;ncia possa variar com o mesmo funcionamento dos sistemas e pode al&eacute;m de estar alterada por diferentes causas como a pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia, sociais, qu&iacute;micas (exemplo.: drogas&#8230;), ambientais, etc</p>
<p style="text-align: justify;">Uma frase simples para resumir o estado de sa&uacute;de: &#8220;recuperar a pr&oacute;pria natureza: ser a n&oacute;s mesmos em equil&iacute;brio&#8221; desde todo ponto de vista (biol&oacute;gico, ps&iacute;quico, relacional&#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;">A sa&uacute;de representa um estado no que destaca a aus&ecirc;ncia de sinais de alarme: uma esp&eacute;cie de sil&ecirc;ncio das fun&ccedil;&otilde;es org&acirc;nicas que possibilita a vida e seu desenvolvimento em um estado de bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim se trata de manter a vida em equil&iacute;brio em seu meio. A forma mais elementar de vida organizada &eacute; a c&eacute;lula. &Eacute; poss&iacute;vel um modo elementar de vida consistente em uma s&oacute; c&eacute;lula, como ocorre com as bact&eacute;rias. De fato at&eacute; depois do dia 13 de nossa vida embrion&aacute;ria n&atilde;o h&aacute; diferencia&ccedil;&atilde;o celular. Entretanto as formas de vida v&atilde;o se fazendo cada vez mais complexas; o seguinte passo teria que ser a diferencia&ccedil;&atilde;o e a especializa&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&otilde;es nas c&eacute;lulas. A diferencia&ccedil;&atilde;o ocorre por meio de mensagens qu&iacute;micas, de forma que se estabelecem verdadeiros &#8220;di&aacute;logos&#8221; entre as c&eacute;lulas, mas com &#8220;palavras&#8221; particulares que s&atilde;o mol&eacute;culas qu&iacute;micas. Estes fatores, mediadores que promovem a diferencia&ccedil;&atilde;o, podem ser intr&iacute;nsecos (a pr&oacute;pria c&eacute;lula possui a informa&ccedil;&atilde;o) ou extr&iacute;nsecos (mensagens procedentes de c&eacute;lulas pr&oacute;ximas). As c&eacute;lulas se especializam em suas fun&ccedil;&otilde;es, organizam-se e se associam para cumprir fun&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas: s&atilde;o as malhas. Assim as malhas das gl&acirc;ndulas se especializam em fabricar e secretar subst&acirc;ncias, a malha muscular se especializa em contrair-se, a malha &oacute;ssea se faz compacta e dura para servir de estrutura&#8230;, etc. As malhas v&ecirc;m a se organizar em estruturas funcionais complexas: s&atilde;o os &oacute;rg&atilde;os, as v&iacute;sceras&#8230;, uma cont&iacute;nua evolu&ccedil;&atilde;o nas formas de vida que culmina nos vertebrados e na esp&eacute;cie humana em seu grau maior de complexidade organizativa com suas capacidades mentais.</p>
<p style="text-align: justify;">E ainda nessa complexidade, n&atilde;o esque&ccedil;amos&#8230;: o in&iacute;cio da vida organizada, a c&eacute;lula e suas fun&ccedil;&otilde;es como suporte biol&oacute;gico e a busca do equil&iacute;brio do conjunto do sistema que n&atilde;o &eacute; mais que a conseq&uuml;&ecirc;ncia do equil&iacute;brio de seus componentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas tudo pareceria muito elementar sem a exist&ecirc;ncia de uma caracter&iacute;stica, entre outras, que a defina, toda esta complexidade de fun&ccedil;&otilde;es perderia seu sentido e sua continuidade sem um objetivo&#8230; Toda forma de vida, da mais elementar a mais complexa, tem um marcado objetivo b&aacute;sico que a identifica como tal; esse objetivo &eacute; o desenvolvimento em seu meio, desenvolvimento que sup&otilde;e organiza&ccedil;&atilde;o, sobreviv&ecirc;ncia, equil&iacute;brio, adapta&ccedil;&atilde;o&#8230; A vida est&aacute; sempre enla&ccedil;ada ao meio em que se desenvolve.</p>
<p style="text-align: justify;">A caracter&iacute;stica da vida conduz desde seu desenvolvimento para a maturidade concluindo no seu ciclo final. O envelhecimento &eacute; um processo natural, em parte conseq&uuml;&ecirc;ncia dos processos metab&oacute;lico-energ&eacute;ticos celulares, sendo executados em organelas celulares como s&atilde;o as redes mitocondriais e a ret&iacute;culo endoplasm&aacute;tico, com a produ&ccedil;&atilde;o de radicais livres e metabolitos residuais que causam esgotamento das fun&ccedil;&otilde;es e da vitalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A enfermidade implica na exist&ecirc;ncia de um desequil&iacute;brio do sistema org&acirc;nico. A enfermidade &eacute; sempre uma manifesta&ccedil;&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o do estado natural.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes os sintomas que observamos s&atilde;o uma manifesta&ccedil;&atilde;o da atua&ccedil;&atilde;o dos mecanismos de reequil&iacute;brio postos em a&ccedil;&atilde;o ou, ao menos, parte dela, uma prova da tentativa natural de cura por parte de nosso organismo de manter ou restabelecer o estado de sa&uacute;de, embora indique freq&uuml;entemente, em maior ou menor intensidade, a altera&ccedil;&atilde;o ou o fracasso dos mecanismos naturais de reequil&iacute;brio que, por si mesmos e em um estado ut&oacute;pico de boa funcionalidade, deveriam ser silenciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta perspectiva nem sempre vai ser bom e desej&aacute;vel lutar &#8220;contra&#8221; a enfermidade assim que esta atitude implicaria uma luta (agress&atilde;o) contra a pr&oacute;pria natureza da pessoa&#8230;, mas sim lutar a favor das for&ccedil;as naturais de defesa dos organismos para obter o reequil&iacute;brio, ajudar, portanto na mesma dire&ccedil;&atilde;o que sup&otilde;e o intento de cura do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">A sa&uacute;de e a enfermidade s&atilde;o dois conceitos pertencentes aos p&oacute;los do mesmo cont&iacute;nuo que expressa uma forma de estar do ser humano. Desde seu in&iacute;cio o homem sofre as altera&ccedil;&otilde;es que se produzem no estado desej&aacute;vel para as pessoas de “bem-estar” e que constituem o extremo desse cont&iacute;nuo que ocuparia o conceito de enfermidade “o-n&atilde;o-estar-bem”</p>
<p style="text-align: justify;">A natureza nos dotou, a cada um de n&oacute;s, de uma s&eacute;rie de recursos de reequil&iacute;brio, que vigiam as varia&ccedil;&otilde;es e altera&ccedil;&otilde;es que possam se dar e tentam se adaptar ao ambiente, mantendo a pr&oacute;pria identidade e assim possibilitando nosso desenvolvimento em uma s&eacute;rie de processos a cujo resultado chamamos homeostase. A sa&uacute;de &eacute; um estado natural e a pr&oacute;pria natureza contribui aos seres vivos de meios para conseguir esse estado. Estamos conhecendo agora muitos desses mecanismos e outros est&atilde;o ainda desconhecidos pela ci&ecirc;ncia ocidental. S&atilde;o mecanismos naturais porque s&atilde;o pr&oacute;prios de cada organismo, n&atilde;o adquiridos, embora se evolu&iacute;ram atrav&eacute;s de nossa hist&oacute;ria individual e da esp&eacute;cie, em uma cont&iacute;nua adapta&ccedil;&atilde;o. Entre esses sistemas os h&aacute;, por suas caracter&iacute;sticas predominantes, f&iacute;sicos ou mentais, embora todos eles est&atilde;o logicamente relacionados como em um coordenado sistema de reequil&iacute;brio, um complexo sistema regulador. Entre esses mecanismos de defesa e adapta&ccedil;&atilde;o encontramos os sistemas de a&ccedil;&atilde;o imunol&oacute;gicos, nervosos, hormonais, psicol&oacute;gicos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Na cultura ocidental houve diferentes vis&otilde;es quanto &agrave; confronta&ccedil;&atilde;o da enfermidade. Fa&ccedil;amos um pouco de historia: Enquanto &agrave; resposta que a medicina ocidental, segundo as &eacute;pocas, tem dado para manter uma vida saud&aacute;vel podemos centrar quatro momentos que definiram especialmente as mudan&ccedil;as no pensamento e a atitude sobre a enfermidade. Embora os concretizamos em personagens hist&oacute;ricos, tem mais implicado em caracter&iacute;sticas gerais da hist&oacute;ria da humanidade:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Hip&oacute;crates (460-370 a.C.).</strong> Deve fundamentar a atua&ccedil;&atilde;o sobre a enfermidade nas capacidades naturais que o pr&oacute;prio organismo tem para curar-se. Por isso, embora utilize a medica&ccedil;&atilde;o aprendida da cultura eg&iacute;pcia (&oacute;pio, ars&ecirc;nico, enxofre&#8230;), d&aacute; prioridade &agrave;s defesas naturais e a atitudes respeitosas com o organismo como repouso, boa alimenta&ccedil;&atilde;o, mudan&ccedil;a de clima, mas os menos medicamentos poss&iacute;veis.<br />
<strong>- Galeno (135-201 D.C.).</strong> Sua atitude consiste em dar muitos medicamentos, quanto mais melhor, com a esperan&ccedil;a de que algum ou alguns atuar&atilde;o contra a enfermidade. Deve usar a celebre triaga, mescla de at&eacute; 60 rem&eacute;dios. Esta atitude foi &agrave; predominante na cultura ocidental at&eacute; o s&eacute;culo XVI.<br />
<strong>- Paracelso (1493-1541).</strong> Veio a por um pouco de ordem nessa desordem no uso dos medicamentos e derivou para a id&eacute;ia da indica&ccedil;&atilde;o de cada medicamento para doen&ccedil;as espec&iacute;ficas, apoiando sua indica&ccedil;&atilde;o na experi&ecirc;ncia e na observa&ccedil;&atilde;o.<br />
- Os princ&iacute;pios qu&iacute;micos ativos. 1805: Se isola o primeiro princ&iacute;pio ativo: a morfina. Inicia-se a busca dos princ&iacute;pios ativos. Para cada sintoma, para cada enfermidade se busca a mol&eacute;cula eficaz. Come&ccedil;a o imp&eacute;rio da qu&iacute;mica. E n&atilde;o demora muito em fazer outro grande descobrimento: &#8220;inventar&#8221; uma f&oacute;rmula em algum aspecto eficaz, patente&aacute;-la, explor&aacute;-la&#8230;, &eacute; um grande neg&oacute;cio, o grande neg&oacute;cio dos laborat&oacute;rios. Esse foi um importante impulso e tamb&eacute;m um condicionamento para o desenvolvimento da ci&ecirc;ncia e dos tratamentos tal como os conhecemos hoje. E em grande medida&#8230;, a&iacute; estamos.</p>
<p style="text-align: justify;">&Eacute; portanto herdeira das id&eacute;ias de Hip&oacute;crates as que devem p&ocirc;r acento nas possibilidades da pr&oacute;pria natureza do sujeito para curar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto o desenvolvimento da medicina dentro dos princ&iacute;pios da natureza foi muito mais elaborada em outras culturas atrav&eacute;s da hist&oacute;ria, como por exemplo, a China.</p>
<p style="text-align: justify;">A Medicina Natural se ap&oacute;ia no conhecimento, respeito, harmoniza&ccedil;&atilde;o, regula&ccedil;&atilde;o e est&iacute;mulo dos meios naturais que em cada indiv&iacute;duo se disp&otilde;em para manter o estado de sa&uacute;de ou recompor a sa&uacute;de perdida. Manter, provocar ou regular as rea&ccedil;&otilde;es curativas naturais, aquelas que est&atilde;o dispostas na natureza de cada sujeito, &eacute; portanto a orienta&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica da Medicina Natural. Falamos sempre, portanto, de individualidades. Aquela velha norma de que &#8220;n&atilde;o h&aacute; enfermidades, a n&atilde;o ser doentes&#8230;&#8221; faz-se necess&aacute;ria na medicina natural. A medicina natural &eacute; uma medicina da pessoa mais que uma medicina das enfermidades.</p>
<p style="text-align: justify;">A medicina natural, em ess&ecirc;ncia, pretende dar resposta &agrave; enfermidade dos sistemas de defesa e adapta&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prios da esp&eacute;cie e da pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecer a linguagem dos pr&oacute;prios sistemas adaptativos, em cont&iacute;nuo estado da busca de equil&iacute;brio da pr&oacute;pria natureza no ambiente, &eacute; o in&iacute;cio da a&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica natural, assim como a an&aacute;lise desses mecanismos na busca de rea&ccedil;&otilde;es desviadas desses sistemas e as causas que lhes afetam. A medicina natural est&aacute;, portanto pr&oacute;xima ao conhecimento dos mecanismos &iacute;ntimos do funcionamento da vida, j&aacute; seja de sistemas, tecidos ou c&eacute;lulas, porque do desenvolvimento desses sistemas foram surgindo os diferentes mecanismos adaptativos, inclu&iacute;da nossa &#8220;apreciada&#8221; mente inteligente. N&atilde;o tem nada a ver com as pr&aacute;ticas de magia ou procedimentos esot&eacute;ricos. Na realidade parte do conhecimento profundo das rea&ccedil;&otilde;es individuais, de sua fisiopatologia e, certamente, da natureza mais intima dos seres.</p>
<p style="text-align: justify;">N&atilde;o dever&iacute;amos identificar necessariamente medicina natural com o uso de recursos terap&ecirc;uticos naturais (obtidos da natureza), como tampouco dever&iacute;amos confundir &#8220;rem&eacute;dios&#8221; com &#8220;terapias&#8221;. Os rem&eacute;dios tradicionais utilizam recursos naturais para o tratamento das enfermidades, mas a medicina natural, em sentido estrito, &eacute; compat&iacute;vel s&oacute; com perspectivas que assumam o enfoque da sa&uacute;de como conhecimento e respeito dos recursos naturais individuais de cura e as atua&ccedil;&otilde;es na dire&ccedil;&atilde;o curativa dos organismos, com independ&ecirc;ncia dos recursos terap&ecirc;uticos utilizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos grandes lastros da ci&ecirc;ncia atual e uma das causas do freio no avan&ccedil;o do conhecimento, &eacute; a submiss&atilde;o a um modelo cient&iacute;fico formal e dirigido ao estudo de aspectos delimitados concretos que se consideram independentes de outras vari&aacute;veis, demarcando campos de estudo limitados que freq&uuml;entemente considera como verdades absolutas seus resultados e perdendo a vis&atilde;o de sistemas globais de intera&ccedil;&atilde;o. A medicina natural pelo contr&aacute;rio contempla sistemas em seu conjunto e ao sujeito em sua totalidade e em troca cont&iacute;nua, em uma vis&atilde;o hol&iacute;stica de unidade corpo mente em intera&ccedil;&atilde;o com o ambiente, considerando sempre a resposta do sistema em sua totalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A medicina natural &eacute; uma forma de expor a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de que n&atilde;o entra em conflito com outras perspectivas e coloca&ccedil;&otilde;es. &Agrave;s vezes se poderiam colocar simultaneamente outros enfoques de interven&ccedil;&atilde;o. Diferentes casos requerem diferentes solu&ccedil;&otilde;es. A aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de exige o considerar &agrave; enfermidade desde diferentes perspectivas e de uma maneira global, n&atilde;o se conformando com uma vis&atilde;o parcial e monocular. Portanto se faz necess&aacute;rio a aquisi&ccedil;&atilde;o de recursos terap&ecirc;uticos diferentes e a utiliza&ccedil;&atilde;o apropriada em cada momento desses recursos em sua melhor indica&ccedil;&atilde;o, mas, faz-se, em boa l&oacute;gica, priorit&aacute;rio o respeito &agrave; natureza individual das pessoas no mais alto grau poss&iacute;vel.</p>
<p style="text-align: justify;">Possivelmente a arte m&eacute;dica n&atilde;o consista somente, como pensava Voltaire (pode que com humor), em entreter o paciente enquanto a natureza lhe cura, mas tampouco &eacute; inteligente o pensamento oposto, ao considerar que podemos ignorar a essa natureza que pretende curar, para nos dirigir s&oacute; a lutar contra causas ou sintomas. N&atilde;o &eacute; razo&aacute;vel o n&atilde;o ter em conta, e de maneira priorit&aacute;ria, recursos dos que estamos dotados de maneira natural para restabelecer nosso estado de sa&uacute;de e nos adaptar de maneira natural a nosso ambiente remontando desequil&iacute;brios ocasionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Traduzido pela equipe Teu Corpo.com.br</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Titulo Original: http://www.saludnatural.net/</p>
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