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	<title> &#187; Musculação</title>
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		<title>Esforço Muscular Excêntrico</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 20:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musculação]]></category>
		<category><![CDATA[hipertrofiaertrofia]]></category>
		<category><![CDATA[hipEsforço Muscular Excêntrico]]></category>
<category>dores musuclares</category><category>Esforço Muscular Excêntrico</category><category>hipertrofia</category><category>Tipos de gordura</category>
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		<description><![CDATA[Depois de um treinamento intenso, tanto os principiantes como os veteranos experimentam uma dor aguda e difusa muscular, caracterizado pela dor a palpação, impotência funcional, redução da faixa de movimento e inclusive, alteração de padrões de recrutamento.[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de um treinamento intenso, tanto os principiantes como os veteranos experimentam uma dor aguda e difusa muscular, caracterizado pela dor a palpação, impotência funcional, redução da faixa de movimento e inclusive, alteração de padrões de recrutamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta dor aparece pela disfunção mecânica e a <strong>inflamação muscular</strong>, atuando sobre os receptores da dor (nociceptores). Este estado é conhecido como <strong>Dor Muscular </strong>de Início Tardio (DOMS). Os sinais aparecem durante as primeiras 24 horas, alcançando seu pico de dor entre 24 e 48 horas após o exercício.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro se entendeu (visto que não se demonstra em pesquisas científicas) que o lactato, produto de refugo gerado pela via glucolítica anaeróbica, cristalizava intramuscularmente, provocando lesões.</p>
<p style="text-align: justify;">Evidências científicas como as biópsias musculares, estudos com répteis, análise de pacientes com a enfermidade do McArdle (quem não pode gerar ácido láctico) e o conhecimento , das extremas condições que se deveriam dar para que cristalizasse o lactato, que desaparece do músculo transcorrida uma hora do exercício têm feito desprezar esta teoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, defende-se a hipótese da lesão estrutural como fator desencadeante das ‘dores musculares’. O dano muscular (ruptura de sarcolema, de miofibrillas, proteínas entre outros) é maior no esforço excêntrico (FIGURA 1)</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="Esforço Muscular Excêntrico" src="/wp-content/uploads/11_09/Esforço-Muscular-Excêntrico.jpg" border="0" alt="Esforço Muscular Excêntrico" width="389" height="274" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este regime de capacidade muscular se caracteriza, por um lado, como um regime que gera maior força, até 130% de 1RM, por outro lado, para uma mesma carga se recrutam menos unidades motoras, pelo que será menor o número de fibras musculares a que suportem a carga.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas peculiaridades a convertem em um regime com elevado potencial lesivo, e que será diretamente proporcional à intensidade do esforço excêntrico.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora sejam muitas as variáveis das que depende o crescimento muscular ( hipertrofia e / ou hiperplasia muscular) uma das que mais peso tem, apóia-se no ‘break down and build up’ fundamentada na teoria de adaptação biológica da degradação/síntese.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta se resume em que se torna necessário degradar (dentro de alguns limites) como estímulo, para gerar uma supercompensação, gerando uma síntese, e portanto, favorecendo o processo anabólico ( crescimento).</p>
<p>Como se comentou anteriormente, o trabalho excêntrico aumenta os níveis de lesão, destruição ou degradação protéica.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir deste conhecimento os treinamentos que procuram, o aumento de força máxima não específica ou o aumento de massa muscular está acostumado a estar caracterizado por uma maior ênfase pelo trabalho excêntrico ou fase negativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Este interesse se vê refletido algumas vezes, na execução de uma fase negativa mais duradoura que a fase positiva ou concêntrica, e outras, na aplicação de métodos baseado neste tipo de trabalho, tais como o heavy-duty, que consiste em combinar repetições forçadas e negativas sem pausa, ou o 120-80, baseado na realização de uma fase negativa aos 120% de 1 RM e a ascensão a 80% de 1RM (difícil de ver, pela necessidade de material específico).</p>
<p style="text-align: justify;">O lado positivo deste regime de trabalho se contrasta com a aparição do mencionado DOMS, que lembremos que aparece principalmente nos esforços excêntricos. Sua manifestação pode prolongar de 2 a 6 dias, pelo que nos planejamentos semanais (microciclos) deve-se propor o trabalho de um grupo muscular, ou dois, por dia da semana, para não repetir treinamento com músculos não recuperados. Devido a isto, esta ênfase da fase negativa não é recomendável nem para crianças, nem para adultos que não pretendam ganho de força exagerada, nem aumento de massa muscular.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso evitamos primeiro a elevada sensação de ‘dores musculares’, e por outro, o excessivo estresse, que desencadeia efeitos nocivos para a saúde ( entre outros, aumento da pressão sangüínea, esforço cardíaco de pressão, a uma respiração de esforço e inclusive um Valsalva ou esforço com bloqueio de respiração) similar aos esforços estáticos ou isométricos, devido às grandes exigências.</p>
<p style="text-align: justify;">Como conclusão, podemos dizer que, existe uma relação entre o dano muscular provocado pelos trabalhos excêntricos e a aparição da inflamação muscular retardada, ‘dores musculares’. Conhecendo as causas, métodos , conseqüências e planejamento do trabalho excêntrico, pode-se combinar, enfatizar ou reduzir a fase negativa do regime dinâmico em função dos objetivos que se pretendam.</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="Esforço Muscular Excêntrico" src="/wp-content/uploads/11_09/Esforço-Muscular-Excêntrico-2.jpg" border="0" alt="Esforço Muscular Excêntrico" width="496" height="344" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Tradução: Teu Corpo.com.br</strong></em></p>
<p><em><strong>Referência: www.aptavs.com</strong></em></p>
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		<title>Classifica&#231;&#227;o dos m&#233;todos de desenvolvimento muscular</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 19:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musculação]]></category>
		<category><![CDATA[Classificação dos métodos de desenvolvimento muscular]]></category>
<category>hipertrofia</category><category>metodos de desenvolvimento muscular</category>
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		<description><![CDATA[A seguir detalho os métodos mais conhecidos que se utilizam para a hipertrofia muscular.
Classifiquei-os nestes em 4 grupos:
- CARGA: Faz referência à forma de aumentar ou diminuir a carga a levantar. É inversamente proporcional às repetições executadas, quer dizer, maior carga menos repetições
- ORGANIZAÇÃO DOS EXERCÍCIOS: É a ordem de execução dos exercícios. Podemos combinar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A seguir detalho os métodos mais conhecidos que se utilizam para a hipertrofia muscular.</p>
<p><strong>Classifiquei-os nestes em 4 grupos:</strong></p>
<p><strong>- CARGA:</strong> Faz referência à forma de aumentar ou diminuir a carga a levantar. É inversamente proporcional às repetições executadas, quer dizer, maior carga menos repetições</p>
<p><strong>- ORGANIZAÇÃO DOS EXERCÍCIOS:</strong> É a ordem de execução dos exercícios. Podemos combinar vários exercícios organizando-os de diferentes maneiras, e inclusive posso tirar um descanso entre eles.</p>
<p><strong>- EXECUÇÃO:</strong> Quando realizamos as repetições dos exercícios podemos chegar à máxima contração (&#8221;falha&#8221; muscular&#8221;) ou não, e inclusive podem ser com ajuda.</p>
<p><strong>- TIPOS DE CONTRAÇÃO:</strong> Em que momento da execução do exercício concentro a maior carga? Pode ser ao levantar a carga (contração concêntrica), ao baixar a carga (contração excêntrica), pode ser nos dois movimentos, e inclusive parar em metade do percurso mantendo os músculos em tensão (contração isométrica).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="classificação dos métodos de desenvolvimento muscular" src="/wp-content/uploads/musculacao/classificacao_dos_metodos_de_desenvolvimento/carga_1.jpg" border="0" alt="classificação dos métodos de desenvolvimento muscular" width="550" height="244" /></p>
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		<title>Conselhos de muscula&#231;&#227;o</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 20:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musculação]]></category>
		<category><![CDATA[Conselhos de musculação]]></category>

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		<description><![CDATA[Estes s&#227;o alguns conselhos que lhe podem ser &#250;teis na hora de fazer os exerc&#237;cios ou para depois dos exerc&#237;cios.
Para antes do exercicio
Antes que comece a fazer os exerc&#237;cios, &#233; bom que coma algo como um sandu&#237;che de goiaba.
Se puder, 30 minutos antes de come&#231;ar seus exerc&#237;cios, consuma em &#225;gua um pouco de creatina.
Durante os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estes s&atilde;o alguns conselhos que lhe podem ser &uacute;teis na hora de fazer os exerc&iacute;cios ou para depois dos exerc&iacute;cios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para antes do exercicio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antes que comece a fazer os exerc&iacute;cios, &eacute; bom que coma algo como um sandu&iacute;che de goiaba.</p>
<p style="text-align: justify;">Se puder, 30 minutos antes de come&ccedil;ar seus exerc&iacute;cios, consuma em &aacute;gua um pouco de creatina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Durante os exercicios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&Eacute; bom que sempre utilize cintur&atilde;o ou bandagem para evitar alguma h&eacute;rnia ou qualquer les&atilde;o na coluna, &eacute; bom que conhe&ccedil;a bem a posi&ccedil;&atilde;o correta dos exerc&iacute;cios, tamb&eacute;m que saiba controlar a respira&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Depois dos exerc&iacute;cios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Imediatamente coma carboidratos como atum, arroz, batata, etc. depois de 20 ou 30 minutos, consuma prote&iacute;nas como yogurt, isto &eacute; primeiro para estabilizar o metabolismo e logo para aumenta-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Coma constantemente, n&atilde;o necessariamente em por&ccedil;&otilde;es grandes, em por&ccedil;&otilde;es pequenas, pelo menos coma a cada 3 horas, falta esclarecer que t&ecirc;m que comer coisas saud&aacute;veis e evitar comer tantas graxas ou comidas que n&atilde;o ajudam em nada, por exemplo as comidas r&aacute;pidas.</p>
<p><strong>Tradu&ccedil;&atilde;o:</strong> Sua Mente.com.br</p>
<p><strong>Refer&ecirc;ncia:</strong> http://fisicoculturismo.blogcindario.com/ficheros/Concejos.html</p>
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		<title>Aumentar a Massa Muscular</title>
		<link>http://www.teucorpo.com.br/aumentar-a-massa-muscular/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 20:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musculação]]></category>
		<category><![CDATA[Aumentar a Massa Muscular]]></category>

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		<description><![CDATA[Estas s&#227;o algumas dicas que podem ajudar a aumentar a sua massa muscular facilmente.
Se desejar aumentar rapidamente e facilmente sua massa muscular leve em conta o seguinte:
- Sua alimenta&#231;&#227;o constante deve ser saud&#225;vel e com boas percentagens de carboidratos e prote&#237;nas. Sem uma boa alimenta&#231;&#227;o, n&#227;o aumentar&#225; sua massa muscular.
- Seus exerc&#237;cios controlados na academia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estas s&atilde;o algumas dicas que podem ajudar a aumentar a sua massa muscular facilmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Se desejar aumentar rapidamente e facilmente sua massa muscular leve em conta o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- </strong>Sua alimenta&ccedil;&atilde;o constante deve ser saud&aacute;vel e com boas percentagens de carboidratos e prote&iacute;nas. Sem uma boa alimenta&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o aumentar&aacute; sua massa muscular.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-</strong> Seus exerc&iacute;cios controlados na academia devem ser feitos de forma correta e com as quantidades de peso que possa controlar, entre s&eacute;rie e s&eacute;rie, deve aumentar sempre a carga de peso, se n&atilde;o for capaz de fazer sozinho, pe&ccedil;a a algu&eacute;m que te ajude.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-</strong> A rotina russa, bem controlada, &eacute; muito boa para conseguir resultados vis&iacute;veis em pouco tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-</strong> Se consumir produtos qu&iacute;micos como prote&iacute;nas e creatina, &eacute; bom que n&atilde;o os misture com as refei&ccedil;&otilde;es e os consuma duas vezes ao dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-</strong> Consumir peixes, carnes, batatas, arroz, claras de ovo, &eacute; bom que coma a cada 3 horas e lhe ajudar&atilde;o a aumentar sua massa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-</strong> Existem prote&iacute;nas que lhe garantem aumentar sua massa muscular em pouco tempo, analise sempre que forem de um laborat&oacute;rio reconhecido e que quem te venda, seja algu&eacute;m de confian&ccedil;a.</p>
<p><strong>Tradu&ccedil;&atilde;o:</strong> Teu Corpo.com.br</p>
<p><strong>Refer&ecirc;ncia:</strong> http://fisicoculturismo.blogcindario.com/ficheros/amuentar.html</p>
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		<title>Muscula&#231;&#227;o: Alimenta&#231;&#227;o</title>
		<link>http://www.teucorpo.com.br/musculacao-alimentacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 20:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musculação]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui temos um pequeno guia de como deve ser sua alimenta&#231;&#227;o di&#225;ria.
Aconselhamos que tente comer pelo menos 6 vezes por dia, isso quer dizer comer a cada 3 horas, leve em conta que esta alimenta&#231;&#227;o dever ser balanceada.
Se n&#227;o tiver dinheiro para comprar prote&#237;nas e outros produtos, a alimenta&#231;&#227;o mediante carnes, vegetais, frutas, cereais e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aqui temos um pequeno guia de como deve ser sua alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.</p>
<p style="text-align: justify;">Aconselhamos que tente comer pelo menos 6 vezes por dia, isso quer dizer comer a cada 3 horas, leve em conta que esta alimenta&ccedil;&atilde;o dever ser balanceada.</p>
<p style="text-align: justify;">Se n&atilde;o tiver dinheiro para comprar prote&iacute;nas e outros produtos, a alimenta&ccedil;&atilde;o mediante carnes, vegetais, frutas, cereais e outros &eacute; muito importante para poder aumentar sua massa muscular.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo que te ajude a aumentar rapidamente e facilmente sua massa muscular e de forma econ&ocirc;mica, &eacute; comendo bastante arroz pelo menos uma libra, claras de ovo e atum.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Agora uma pequena rotina de alimenta&ccedil;&atilde;o</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caf&eacute; da manh&atilde;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- 2 ou 3 claras de ovo cozidas<br />
- Arroz<br />
- Atum<br />
- Queijo<br />
- Um suco de laranja</p>
<p style="text-align: justify;">Leve em conta que estas n&atilde;o s&atilde;o refei&ccedil;&otilde;es obrigat&oacute;rias, s&atilde;o exemplos, seu caf&eacute; da manha deve ser nutritivo e com altos n&iacute;veis de carboidratos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meia manh&atilde; (entre caf&eacute; da manh&atilde; e almo&ccedil;o)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Um sandu&iacute;che de atum<br />
- Outras 2 ou 3 Claras de ovo<br />
- Arroz</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Almo&ccedil;o</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Deve ser um almo&ccedil;o alto em n&iacute;veis de carboidratos, os seguintes s&atilde;o algumas refei&ccedil;&otilde;es que lhe ajudar&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">- Lentilhas<br />
- Arroz<br />
- Carne ou Atum<br />
- Claras de ovo<br />
- Batata<br />
- Yuca<br />
- Uma salada<br />
- Um suco natural</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tarde (entre almo&ccedil;o e janta)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Um sandu&iacute;che de atum<br />
- Uma salada<br />
- Sucos naturais</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Janta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Queijo<br />
- Atum<br />
- Saladas<br />
- Arroz<br />
- Claras de ovo</p>
<p style="text-align: justify;">Estas s&atilde;o refei&ccedil;&otilde;es que podem lhe ajudar a aumentar de peso e, portanto em massa muscular tamb&eacute;m.</p>
<p style="text-align: justify;">Como pode ver suas refei&ccedil;&otilde;es devem ser altas em carboidratos, o arroz e as claras de ovo constantemente todos os dias s&atilde;o uma boa forma de aumentar a massa muscular.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem que saber que sem exerc&iacute;cio, por mais que coma n&atilde;o poder&aacute; aumentar a massa muscular, assim fa&ccedil;a exerc&iacute;cio e uma boa rotina.</p>
<p><strong>Tradu&ccedil;&atilde;o:</strong> Teu Corpo.com.br</p>
<p><strong>Refer&ecirc;ncia:</strong> http://fisicoculturismo.blogcindario.com/ficheros/alimentacion.html</p>
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		</item>
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		<title>Os abomin&#225;veis abdominais</title>
		<link>http://www.teucorpo.com.br/os-abominaveis-abdominais/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 21:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musculação]]></category>
		<category><![CDATA[abdominais]]></category>
		<category><![CDATA[grupo muscular]]></category>

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		<description><![CDATA[Este grupo muscular &#233; um dos que tem mais controv&#233;rsia e dos que mais mitos sobre seu treinamento existem. Isto &#233; devido que a tonifica&#231;&#227;o correta gera uma est&#233;tica, e na atualidade estere&#243;tipo de corpo nota 10 e corpo saud&#225;vel. Por isso existe a grande diversidade de movimentos, de artefatos para sua tonifica&#231;&#227;o e inclusive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img title="Exercicio Abdominal" src="/wp-content/uploads/musculacao/abominaveis_abdominais/ex2_1.jpg" border="0" alt="Exercicio Abdominal" width="160" height="92" align="left" />Este grupo muscular &eacute; um dos que tem mais controv&eacute;rsia e dos que mais mitos sobre seu treinamento existem. Isto &eacute; devido que a tonifica&ccedil;&atilde;o correta gera uma est&eacute;tica, e na atualidade estere&oacute;tipo de corpo nota 10 e corpo saud&aacute;vel. Por isso existe a grande diversidade de movimentos, de artefatos para sua tonifica&ccedil;&atilde;o e inclusive cremes que lhe ajudam a conseguir essa musculatura invej&aacute;vel por todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Gra&ccedil;as aos avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos se pode observar a ativa&ccedil;&atilde;o da musculatura implicada em algum movimento, e, portanto ser capazes de detectar qual &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o do grupo muscular mobilizado, por isso, os abdominais tiveram uma evolu&ccedil;&atilde;o clara, desde aquelas intermin&aacute;veis s&eacute;ries de sit-up (cl&aacute;ssicas flex&otilde;es de quadril e tronco) &agrave;s s&eacute;ries de crunch ou curl- up (encolhimento parcial do tronco) a uma velocidade muito r&aacute;pida, na atualidade, cabe destacar a contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo Pilates ao trabalho abdominal, da mesma forma que a eletroestimula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m se apresenta como um m&eacute;todo para a tonifica&ccedil;&atilde;o das abdominais.<br />
Fa&ccedil;amos, pois um breve repasse da anatomia, das fun&ccedil;&otilde;es, dos objetivos de trabalho da metodologia usada e dos benef&iacute;cios</p>
<p style="text-align: justify;">A MUSCULATURA conhecida como abdominais est&aacute; formada pelos retos anteriores, os obl&iacute;quos e o transverso.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="/wp-content/uploads/musculacao/abominaveis_abdominais/tab1.JPG" border="0" alt=" Os abomin&aacute;veis abdominais" width="584" height="411" title="Os abomin&aacute;veis abdominais" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="ES"> </span></p>
<p style="text-align: justify;">Tem que se mencionar que esta musculatura &eacute; sin&eacute;rgica entre si, quer dizer que se, ante qualquer movimento se vai ativar todo o grupo muscular, n&atilde;o se pode isolar, uma por&ccedil;&atilde;o ou um m&uacute;sculo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FUN&Ccedil;&Otilde;ES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os abdominais al&eacute;m de serem est&aacute;ticos s&atilde;o profil&aacute;ticos. Um tom correto deste grupo muscular permite descarregar melhor as tens&otilde;es que recaem sobre a coluna, al&eacute;m de uma melhor estabiliza&ccedil;&atilde;o, reduzindo, portanto, as possibilidades de sofrer processos &aacute;lgico-dolorosos na zona lombar.</p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, o grupo muscular dos abdominais &eacute; a musculatura acess&oacute;ria &agrave; respira&ccedil;&atilde;o, participando ativamente nas expira&ccedil;&otilde;es for&ccedil;adas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OBJETIVOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do trabalho de abdominais deve ser primeiro funcional (quer dizer, que se prepare para as exig&ecirc;ncias da vida cotidiana) com marcado car&aacute;ter profil&aacute;tico (para evitar as dores da zona baixa das costas e evitar problemas respirat&oacute;rios) e por &uacute;ltimo, e como conseq&uuml;&ecirc;ncia dos dois objetivos anteriores, aparece &agrave; est&eacute;tica. Faz-se imprescind&iacute;vel, comentar neste artigo, que est&aacute; demonstrado que &eacute; imposs&iacute;vel reduzir graxa de forma localizada mediante exerc&iacute;cios anal&iacute;ticos, da mesma forma que o pan&iacute;culo adiposo (graxa subcut&acirc;nea) n&atilde;o se pode transformar em m&uacute;sculo, por isso o mero feito de realizar abdominais n&atilde;o vai conseguir que mande embora essa graxa que n&atilde;o permite observar o “tablete de chocolate”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>METODOLOGIA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para uma r&aacute;pida vis&atilde;o da evolu&ccedil;&atilde;o da metodologia, o quadro resume os aspectos mais destac&aacute;veis</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="/wp-content/uploads/musculacao/abominaveis_abdominais/tab2.JPG" border="0" alt=" Os abomin&aacute;veis abdominais" width="584" height="426" title="Os abomin&aacute;veis abdominais" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um correto trabalho abdominal ser&aacute; aquele que seja espec&iacute;fico, quer dizer, que trabalhe o que queremos trabalhar, preventivo e n&atilde;o prejudicial al&eacute;m de funcional. Integrado por variados e criativos exerc&iacute;cios para evitar a monotonia.</p>
<p><strong>Tradu&ccedil;&atilde;o:</strong> Equipe Teu Corpo.com.br</p>
<p>Refer&ecirc;ncia: http://www.aptavs.com/articulos/los-abominables-abdominales.asp</p>
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		<title>Riscos no uso dos anabolizantes: A Testosterona</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 21:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musculação]]></category>
		<category><![CDATA[anabolizantes]]></category>
		<category><![CDATA[testosterona]]></category>

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		<description><![CDATA[O que &#233; a testosterona?
Principal horm&#244;nio sexual masculino que se sintetiza fundamentalmente nas c&#233;lulas do Leydig do test&#237;culo, e por outro lado, na casca suprarrenal e no ov&#225;rio.
A gonadotrofina hipofis&#225;ria LH, horm&#244;nio luteinizante, &#233; o horm&#244;nio regulador espec&#237;fico da produ&#231;&#227;o da testosterona.
Na realidade, poder&#237;amos dizer que se trata de uma pro-hormona j&#225; que para realizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O que &eacute; a testosterona?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Principal horm&ocirc;nio sexual masculino que se sintetiza fundamentalmente nas c&eacute;lulas do Leydig do test&iacute;culo, e por outro lado, na casca suprarrenal e no ov&aacute;rio.</p>
<p style="text-align: justify;">A gonadotrofina hipofis&aacute;ria LH, horm&ocirc;nio luteinizante, &eacute; o horm&ocirc;nio regulador espec&iacute;fico da produ&ccedil;&atilde;o da testosterona.</p>
<p style="text-align: justify;">Na realidade, poder&iacute;amos dizer que se trata de uma pro-hormona j&aacute; que para realizar sua a&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica ou farmacol&oacute;gica em alguns tecidos efetores, esta deve reduzir-se a dihidrotestosterona (DHT) por meio da enzima 5 alfa-redutase.</p>
<p style="text-align: justify;">Como j&aacute; se mencionou, a s&iacute;ntese desta subst&acirc;ncia ocorre principalmente no test&iacute;culo e se sintetiza a partir da degrada&ccedil;&atilde;o oxidativa do colesterol, que depende do horm&ocirc;nio luteizante (no adulto), junto com o horm&ocirc;nio fol&iacute;culo estimulante (nos per&iacute;odos de desenvolvimento).</p>
<p style="text-align: justify;">A testosterona e os andr&oacute;ginos atravessam facilmente a membrana celular e se unem a receptores intracelulares espec&iacute;ficos. O complexo receptor-esteroide se ativa e &eacute; transportado ao n&uacute;cleo celular e se une em um s&iacute;tio receptor do DNA, aumentando a atividade da ARN polimerase e a forma&ccedil;&atilde;o do ARN mensageiros estimulando a s&iacute;ntese de prote&iacute;nas celulares respons&aacute;veis finais das a&ccedil;&otilde;es fisiofarmacol&oacute;gicas. O m&uacute;sculo esquel&eacute;tico n&atilde;o possui receptores de testosterona ou a DHT pelo que os efeitos anab&oacute;licos n&atilde;o s&atilde;o ainda suficientemente explicados. Sugeriu-se que os andr&oacute;ginos poderiam bloquear no m&uacute;sculo os receptores citos&oacute;licos dos glucocorticoides inibindo as a&ccedil;&otilde;es catab&oacute;licas destes agentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeitos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dos efeitos provocados pela testosterona al&eacute;m dos relacionados com os &oacute;rg&atilde;os sexuais s&atilde;o:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Aumento da massa muscular (a&ccedil;&atilde;o anab&oacute;lica)<br />
2. Aumenta a lip&oacute;lisis.<br />
3. Melhora a s&iacute;ntese prot&eacute;ica. (pela gera&ccedil;&atilde;o de um balan&ccedil;o de nitrog&ecirc;nio positivo)<br />
4. Estimula a eritropoyesis (forma&ccedil;&atilde;o de gl&oacute;bulos vermelhos).<br />
5. Aumenta em n&uacute;mero de prote&iacute;nas contr&aacute;teis o que implica uma melhora da capacidade contr&aacute;til do m&uacute;sculo.<br />
6. Aumenta os n&iacute;veis de fosfocreatina: energia imediata<br />
7. Prolifera&ccedil;&atilde;o das gl&acirc;ndulas seb&aacute;ceas. A apari&ccedil;&atilde;o de acne pode relacionar-se com este efeito.<br />
8. Engrossamento da pele.<br />
9. Hipertrofia da laringe e produ&ccedil;&atilde;o de uma voz grave permanente.<br />
10. Distribui&ccedil;&atilde;o do p&ecirc;lo masculino em: p&uacute;bis, tronco, extremidades e barba. A testosterona tem uma rela&ccedil;&atilde;o determinada geneticamente com a apari&ccedil;&atilde;o de calv&iacute;cie no homem.<br />
11. Aumento do ritmo de crescimento dos ossos largos na puberdade, e aumento da estatura.<br />
12. Fechamento das placas epifis&aacute;rias e cartilagem de conjun&ccedil;&atilde;o.<br />
13. Comportamento mais agressivo e maior vigor f&iacute;sico e muscular no homem que na mulher.<br />
14. As a&ccedil;&otilde;es anab&oacute;licas s&atilde;o tamb&eacute;m evidentes em outros &oacute;rg&atilde;os e sistemas: f&iacute;gado, rim, cora&ccedil;&atilde;o, medula &oacute;ssea, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uso na atualidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A testosterona &eacute; uma velha conhecida, nos gin&aacute;sios principalmente.<br />
Milhares de usu&aacute;rios, a maior parte das vezes sem um controle m&eacute;dico, decidem utilizar este horm&ocirc;nio ou seus derivados pelas propriedades anab&oacute;licas da mesma dando por certo que ser&atilde;o m&uacute;ltiplos os benef&iacute;cios que obter&atilde;o e m&iacute;nimos os riscos que sofrer&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">A acelera&ccedil;&atilde;o do crescimento muscular, o aumento da matura&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea, a melhora da capacidade de recupera&ccedil;&atilde;o entre sess&otilde;es s&atilde;o alguns dos principais motivos que levam a estes usu&aacute;rios a utilizar este tipo de suplementa&ccedil;&atilde;o sem ser conscientes dos m&uacute;ltiplos problemas que do uso da mesma se pode derivar.<br />
Nos gin&aacute;sios se admite abertamente s&oacute; o uso de compostos vitam&iacute;nicos, subst&acirc;ncias medicinais naturais e inclusive de precursores da testosterona que supostamente estimulam a produ&ccedil;&atilde;o deste horm&ocirc;nio no organismo (s&atilde;o os atualmente chamados “culturistas naturais”, que usam produtos como o WPR10, WPP11, GP01, TEST RF 05. que como se tem dito, qu&atilde;o &uacute;nico fazem &eacute; aumentar a atividade de nossa pr&oacute;pria testosterona sem introduzir mais quantidade em nosso organismo).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de tudo, todos sabem que por descuido tamb&eacute;m se utilizam anab&oacute;licos hormonais sem controle, fomentados por v&aacute;rias lojas especializadas e inclusive por internet atrav&eacute;s de algumas p&aacute;ginas que chegam a oferecer testosterona pura em 48 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um culturista ou usu&aacute;rio introduz em seu corpo pela primeira vez anabolizantes hormonais observa um not&aacute;vel progresso j&aacute; que momentaneamente o organismo se encontra com um super&aacute;vit desta subst&acirc;ncia. Entretanto, depois de um tempo de uso, elas deixam de atuar da mesma maneira, principalmente devido ao afastamento de produ&ccedil;&atilde;o dos pr&oacute;prios horm&ocirc;nios end&oacute;genos, que desaparecem de uma vez que pela regula&ccedil;&atilde;o a faz diminuir nos receptores androg&ecirc;nicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da&iacute; para seguir experimentando melhoras se ver&aacute; obrigado a elevar continuamente a administra&ccedil;&atilde;o ex&oacute;gena de horm&ocirc;nios, com o risco que essa din&acirc;mica comporta.</p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, ter&aacute; que sublinhar o fato de que cada horm&ocirc;nio est&aacute; interrelacionada com outras e um aumento ou diminui&ccedil;&atilde;o em seus n&iacute;veis sempre repercute no equil&iacute;brio geral. Quando um horm&ocirc;nio aumenta sua presen&ccedil;a no organismo de forma natural, esta ativa por sua vez certos mecanismos que regulam e equilibram os outros fatores envolvidos. Caso contr&aacute;rio, quando o aumento &eacute; de forma ex&oacute;gena esta escapa a seu controle e n&atilde;o pode de nenhuma forma ajustar e equilibrar os outros par&acirc;metros relacionados.</p>
<p style="text-align: justify;">A testosterona usada em gin&aacute;sios de maneira clandestina quase nunca se encontra em forma pura, j&aacute; que quase sempre esta mesclada com outros componentes. O prop&oacute;sito destes componentes chamados &eacute;sters, &eacute; evitar um s&uacute;bito aumento do n&iacute;vel deste horm&ocirc;nio no organismo, os &eacute;sters permitem que a testosterona seja absorvida em lapsos de tempo e n&atilde;o de repente evitando assim o super&aacute;vit ex&oacute;geno j&aacute; mencionado.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontramos no mercado v&aacute;rias formas de testosterona: testosterona propionato, Enanthate, Sustanon….. Que variam na velocidade de alcance do sistema, sustentando que quanto mais r&aacute;pido atua uma testosterona, maiores efeitos se experimentar&atilde;o. O objetivo &eacute; encontrar uma testosterona que n&atilde;o golpeie o sistema r&aacute;pido, porque &eacute; rapidamente convertida em estrog&ecirc;nio, e n&atilde;o atua a t&atilde;o longo prazo que s&eacute;ria dif&iacute;cil de controlar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ester&oacute;ides anab&oacute;licos se tomam por via oral ou se injetam, e os esportistas procuram tom&aacute;-los em ciclos de semanas ou meses, mas bem que continuamente, em padr&otilde;es chamados de uso c&iacute;clico. Isto consiste em tomar v&aacute;rias doses de ester&oacute;ides em um per&iacute;odo determinado, descansar um tempo, e come&ccedil;ar de novo.</p>
<p style="text-align: justify;">A combina&ccedil;&atilde;o de diferentes classes de ester&oacute;ides por parte dos usu&aacute;rios &eacute; uma pr&aacute;tica habitual que tem como objetivo maximizar sua efic&aacute;cia e, ao mesmo tempo, minimizar seus efeitos desfavor&aacute;veis. Este processo se conhece como amontoamento (&#8221;stacking&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify;">Para um principiante utilizando testosterona, podem-se consumir 500 mg por semana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um exemplo de ciclo para a testosterona enanthate seria:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Consultando m&uacute;ltiplas revistas e paginas web, podemos constatar como s&atilde;o m&uacute;ltiplos os sites nos que se promove o uso de dita subst&acirc;ncia atrav&eacute;s de estudos minuciosos que combinam &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o de dose de uso, per&iacute;odos de descanso, subst&acirc;ncias inibidoras de efeitos, tipos mais adequados… em definitivo, vemos como o uso de anabolizantes se converteu em um neg&oacute;cio “ilegal” que se aproveita das pessoas sem o adequado conhecimento e que as coloca em um caminho cheio de problemas futuros para sua sa&uacute;de.</p>
<p style="text-align: justify;">Na atualidade algumas estat&iacute;sticas chegam a dizer que 65% dos esportistas de elite os utilizam unidos a produtos que os ocultam nas pertinentes provas de doping.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Riscos de sua utiliza&ccedil;&atilde;o e a de seus derivados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como todos os horm&ocirc;nios, a testosterona no organismo deve ser catabolizada. Ser&aacute; devido a este processo de cataboliza&ccedil;&atilde;o que o organismo do usu&aacute;rio sofra certas altera&ccedil;&otilde;es em seu equil&iacute;brio interno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Duas formas principais de cataboliza&ccedil;&atilde;o apresenta a testosterona:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Aromatiza&ccedil;&atilde;o:</strong> converte a testosterona e seus metabolitos em estradiol (estrog&ecirc;nio: horm&ocirc;nio sexual feminino).<br />
<strong>2. Redu&ccedil;&atilde;o:</strong> convers&atilde;o a dihidrotestosterona DHT, j&aacute; mencionada.<br />
Normalmente, ao aumentar nossos n&iacute;veis de testosterona bem em forma pura ou por derivados, estamos aumentando nossa taxa de cataboliza&ccedil;&atilde;o e como conseq&uuml;&ecirc;ncia, o aumento de seus produtos (estradiol e DHT).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O aumento da concentra&ccedil;&atilde;o de estrog&ecirc;nios implica:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Despertar de receptores femininos em homens que n&atilde;o devem ativar-se. (cresce as mamas, ginecomastia, irrevers&iacute;vel na maioria dos casos).<br />
- Aumenta a reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua: forma&ccedil;&atilde;o de edemas. Como conseq&uuml;&ecirc;ncia, aumenta o volume intra e extracapilar (aumento do volume plasm&aacute;tico) com o conseguinte aumento da press&atilde;o arterial que pode desencadear em uma insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O aumento da DHT implica:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Alteram-se os receptores do DHT nos fol&iacute;culos pilosos e na pr&oacute;stata que dar&atilde;o lugar a: alopecia (o usu&aacute;rio fica calvo) e a poss&iacute;veis c&acirc;nceres de pr&oacute;stata (por apoptoses celular).<br />
- No f&iacute;gado se produz colestase hep&aacute;tica (entupimento das vias biliares).<br />
Outros efeitos pelo consumo de anabolizantes ester&oacute;ides seriam:<br />
- Em pessoas que n&atilde;o est&atilde;o fisicamente amadurecidas pode provocar o fechamento prematuro das ep&iacute;fises dos ossos largos, por isso a estatura final pode reduzir-se.<br />
- Suprimem a secre&ccedil;&atilde;o de horm&ocirc;nios gonadotr&oacute;ficos, que controlam o desenvolvimento e a fun&ccedil;&atilde;o das g&ocirc;nadas (test&iacute;culo e ov&aacute;rios). Nos var&otilde;es, a redu&ccedil;&atilde;o de gonadotrofina pode produzir atrofia testicular, redu&ccedil;&atilde;o da secre&ccedil;&atilde;o de testosterona e menor quantidade de esperma<br />
- Nas mulheres as gonadotrofinas s&atilde;o necess&aacute;rias para a ovula&ccedil;&atilde;o e secre&ccedil;&atilde;o de estrog&ecirc;nios, por isso uma diminui&ccedil;&atilde;o destes horm&ocirc;nios transtorna estes processos e a menstrua&ccedil;&atilde;o<br />
- Tamb&eacute;m em mulheres podem produzir a masculiniza&ccedil;&atilde;o, regress&atilde;o dos peitos, amplia&ccedil;&atilde;o do clit&oacute;ris, a voz mais grave e crescimento do cabelo facial.<br />
- O colesterol total tende a aumentar. Enquanto que o colesterol HDL mostra uma marcada redu&ccedil;&atilde;o, bem por debaixo da fila normal o colesterol LDL mostra uma resposta vari&aacute;vel: um r&aacute;pido aumento ou sem mudan&ccedil;as.<br />
- Afeta&ccedil;&atilde;o do sistema imune, o que deriva na redu&ccedil;&atilde;o da efetividade do sistema de defesa.<br />
- O uso de ester&oacute;ides diminui a toler&acirc;ncia &agrave; glicose, enquanto que h&aacute; um aumento na resist&ecirc;ncia &agrave; insulina. Estas mudan&ccedil;as imitam a diabetes Tipo II.<br />
- Mudan&ccedil;as da personalidade, condutas agressivas e euforia<br />
- Outros efeitos secund&aacute;rios dos AE s&atilde;o euforia, confus&atilde;o, desordens do sono, ansiedade patol&oacute;gica, paran&oacute;ia e alucina&ccedil;&otilde;es.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclus&atilde;o</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Deixando de um lado o esporte de elite no qual os esportistas se encontram enormemente pressionados ante a consecu&ccedil;&atilde;o da vit&oacute;ria (mesmo assim sem estar justificado), considero que a verdadeira insist&ecirc;ncia que devemos fazer &eacute; no usu&aacute;rio habitual “da rua” que sem nenhum controle (ou com o controle n&atilde;o id&ocirc;neo) decide-se pela utiliza&ccedil;&atilde;o destas subst&acirc;ncias com o objetivo de melhorar sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica de uma maneira r&aacute;pida e passando por cima de qualquer recomenda&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel.</p>
<p style="text-align: justify;">Como j&aacute; se tem dito s&atilde;o m&uacute;ltiplos os interesses econ&ocirc;micos que algumas das empresas dedicadas a este mundo t&ecirc;m neste mercado, o qual, &agrave;s vezes, leva-lhes a ultrapassar a linha da &eacute;tica social incitando &agrave;s pessoas &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos em quantidades nada recomend&aacute;veis e sem nenhuma supervis&atilde;o m&eacute;dica.<br />
Por isso, creio fundamentalmente que ao menos, se o usu&aacute;rio decide “se meter em algo” o fa&ccedil;a tendo em considera&ccedil;&atilde;o ao que se a tem j&aacute; que a maioria das vezes lhe contam os milagrosos benef&iacute;cios, mas nunca os inumer&aacute;veis transtornos futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">Daqui, simplesmente dizer que o que rapidamente se consegue, rapidamente se vai, que deixamos de nos interessar pelas subst&acirc;ncias “milagrosas”, e que confiemos mais nos devidos profissionais do esporte e da sa&uacute;de (fisios, m&eacute;dicos…) para que atrav&eacute;s de seus conselhos e de nossa firmeza consigamos nossos desejados resultados que embora talvez cheguem mais tarde, ser&atilde;o mais gratificantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Traduzido pela Equipe Teu Corpo.com.br</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Refer&ecirc;ncia: http://www.aptavs.com/articulos/riesgos-en-el-uso-de-anabolizantes-la-testosterona.asp</p>
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		<title>Ganhar Massa Muscular</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 21:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>teu-corpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musculação]]></category>
		<category><![CDATA[hipertrofia]]></category>
		<category><![CDATA[massa muscular]]></category>

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		<description><![CDATA[O treinamento de for&#231;a gera adapta&#231;&#245;es que evoluem desde as neuronais at&#233; as estruturais, estas ultimas conhecidas como hipertrofia. O aumento de se&#231;&#227;o transversal do m&#250;sculo (hipertrofia) &#233; um fenomenal adaptativo o qual n&#227;o se acaba de descobrir qual &#233; o mecanismo que o desencadeia, nem qual o mecanismo pelo qual aumenta seu tamanho (hipertrofia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O treinamento de for&ccedil;a gera adapta&ccedil;&otilde;es que evoluem desde as neuronais at&eacute; as estruturais, estas ultimas conhecidas como hipertrofia. O aumento de se&ccedil;&atilde;o transversal do m&uacute;sculo (hipertrofia) &eacute; um fenomenal adaptativo o qual n&atilde;o se acaba de descobrir qual &eacute; o mecanismo que o desencadeia, nem qual o mecanismo pelo qual aumenta seu tamanho (hipertrofia ou hiperplasia).</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua caracter&iacute;stica est&eacute;tica pode ser considerada um dos objetivos do treinamento de for&ccedil;a mais pretendidos pelos usu&aacute;rios de uma academia de muscula&ccedil;&atilde;o.<br />
Muitas vezes a obsess&atilde;o por conseguir este desenvolvimento m&aacute;ximo dos m&uacute;sculos (vigorexia) cega os usu&aacute;rios e inclusive os instrutores e evitam aspectos b&aacute;sicos da teoria do treinamento, que foram extra&iacute;dos anos atr&aacute;s de estudos cient&iacute;ficos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta vigorexia no pior dos casos se aproxima a um consumo de anabolizantes, conseq&uuml;&ecirc;ncia fatal, porque &eacute; um m&eacute;todo de crescimento muscular no qual tamb&eacute;m prima &agrave; desinforma&ccedil;&atilde;o</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa a destacar &eacute; que “em ocasi&otilde;es como resposta a algumas modalidades de treinamento, pode existir uma grande hipertrofia muscular n&atilde;o acompanhada de incremento de for&ccedil;a&#8230;” (Barbany, 1990) com o que nos obriga a diferenciar o que seria uma adapta&ccedil;&atilde;o estrutural funcional do que n&atilde;o o seria, a respeito Tous 1999 diferencia dois tipos de hipertrofias que igual faz Nikituk e Samoilov (1990) citados pelo Siff e Verhonshansky 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">A hipertrofia sarcoplasm&aacute;tica tamb&eacute;m denominada est&eacute;tica (Tous, 1999) a que aumenta o volume dos elementos n&atilde;o contr&aacute;teis; aumento da se&ccedil;&atilde;o transversal, mas a densidade das fibras musculares por unidade de &aacute;rea diminui e n&atilde;o se produz o aumento de for&ccedil;a muscular correspondente.</p>
<p style="text-align: justify;">E a hipertrofia sarcom&eacute;rica, tamb&eacute;m chamada hipertrofia &uacute;til caracterizada pelo aumento de tamanho e do n&uacute;mero dos sarc&oacute;meros podendo ser em s&eacute;rie ou em paralelo &agrave;s miofibrilas existentes sendo em paralelo as que contribuir&atilde;o para melhora da capacidade para produzir tens&atilde;o muscular. Este tipo de hipertrofia permite aplicar que a for&ccedil;a contr&aacute;til m&aacute;xima muscular seja de 3-4 Kg/cm2 da se&ccedil;&atilde;o do m&uacute;sculo. Guyton Hall (1997)</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="/wp-content/uploads/musculacao/ganhar_massa_muscular/ganhar_massa_1.jpg" border="0" alt="ganhar massa 1 Ganhar Massa Muscular" width="386" height="229" title="Ganhar Massa Muscular" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Tirado de Tous 1999. Distintos tipos de hipertrofia e tipo de treinamento que podem explicar sua apari&ccedil;&atilde;o. O treinamento com uma intensidade em torno de 10RM, um volume por grupo muscular n&atilde;o excessivamente elevado (10 s&eacute;ries) e uma progress&atilde;o vertical (passar da 1ª s&eacute;rie de um exerc&iacute;cio a 1ª s&eacute;rie de outro exerc&iacute;cio na execu&ccedil;&atilde;o dos exerc&iacute;cios parece ser o est&iacute;mulo mais adequado para conseguir uma hipertrofia &uacute;til ou sarcom&eacute;rica. Ao contr&aacute;rio uma intensidade menor 12-15RM, um volume maior e uma progress&atilde;o horizontal na execu&ccedil;&atilde;o dos exerc&iacute;cios (completar todas as s&eacute;ries de cada exerc&iacute;cio) parece ser que ao provocar uma fadiga acumulada conduz em maior grau &agrave; consecu&ccedil;&atilde;o de uma hipertrofia sarcoplasm&aacute;tica (Adaptado do Zatsiorsky 1970, 1995)</em></p>
<p style="text-align: justify;">O mecanismo de produ&ccedil;&atilde;o da hipertrofia &eacute; motivo de discuss&otilde;es nos f&oacute;runs cient&iacute;ficos, mas parece estar assumido pela grande maioria que a teoria que mais se adapta se trata da teoria do ATP, (teoria da insufici&ecirc;ncia do ATP enunciada pelo Hartmann e Tunnemann, 1988 na Bompa, 2000) que exp&otilde;e que a redu&ccedil;&atilde;o do ATP &eacute; o est&iacute;mulo ativador do aumento de s&iacute;ntese de prote&iacute;nas depois de um exerc&iacute;cio contra resist&ecirc;ncia, a explica&ccedil;&atilde;o que prop&otilde;e Shiff e Verhoshansky (2000) &eacute; que cada c&eacute;lula tem uma quantidade fixa de energia em qualquer instante, esta se deve distribuir entre metabolismo prot&eacute;ico e o trabalho mec&acirc;nico, visto que no exerc&iacute;cio intenso a maior parte dessa energia se dedica &agrave; contra&ccedil;&atilde;o muscular, existir&aacute; um d&eacute;ficit energ&eacute;tico para o crescimento (metabolismo anab&oacute;lico) e a manuten&ccedil;&atilde;o prot&eacute;ica, por isso se entra em fase de catabolismo prot&eacute;ico, que servir&aacute; de est&iacute;mulo para a supercompensa&ccedil;&atilde;o em posteriores per&iacute;odos de descanso quando a c&eacute;lula n&atilde;o tenha gastos de energia pelo trabalho mec&acirc;nico e possa lhe dedicar a maioria da energia ao metabolismo prot&eacute;ico.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda teoria que parece a mais certa se trata da teoria de destrui&ccedil;&atilde;o ou processo catab&oacute;lico como est&iacute;mulo para uma posterior restaura&ccedil;&atilde;o gra&ccedil;as a uma s&iacute;ntese prot&eacute;ica, tamb&eacute;m conhecida como a teoria do “break down and buid up”(Cometti, 2001); que parte da id&eacute;ia base da teoria da degrada&ccedil;&atilde;o/s&iacute;nteses do Engerhardt (1932 em Caldeir&atilde;o e col,2004.) como poss&iacute;vel mecanismo biol&oacute;gico de adapta&ccedil;&atilde;o. A qual defende que quanto mais se catabolise, maior se anabolizar&aacute; no processo de supercompensa&ccedil;&atilde;o gra&ccedil;as ao repouso.</p>
<p style="text-align: justify;">Partindo dos conhecimentos fisiol&oacute;gicos da hipertrofia analisaremos alguns princ&iacute;pios do treinamento esportivo que facilitar&atilde;o este desenvolvimento muscular.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Principio ou Lei de Umbral (lei do Schultz-Arnodt)</strong><br />
Todo sujeito possui um est&iacute;mulo Umbral (O ponto em que um est&iacute;mulo ocasiona uma transmiss&atilde;o de um impulso nervoso) &oacute;timo o qual provocar&aacute; respostas e adapta&ccedil;&otilde;es positivas, se aplicar um est&iacute;mulo por debaixo deste Umbral o est&iacute;mulo n&atilde;o gera nenhum tipo de resposta nem adapta&ccedil;&atilde;o. E ao outro extremo, se o est&iacute;mulo se localizar por cima do Umbral &oacute;timo, o est&iacute;mulo &eacute; excessivo para as capacidades do organismo podendo provocar les&otilde;es (tanto por sobreesfor&ccedil;o a uma excessiva intensidade ou sobresolicita&ccedil;&atilde;o por excessivo n&uacute;mero de repeti&ccedil;&otilde;es) e inclusive sobretreinamento, ao ultrapassar a capacidade do organismo de se recuperar</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Lei da Supercompensa&ccedil;&atilde;o</strong><br />
A supercompensa&ccedil;&atilde;o (lei do Weigert) ou sobrecompensa&ccedil;&atilde;o. A supercompensa&ccedil;&atilde;o conduz ao armazenamento de energia a um n&iacute;vel superior.<br />
Podem-se diferenciar quatro etapas. A primeira est&aacute; caracterizada pelos ajustes fisiol&oacute;gicos do organismo ante o treinamento. Mobilizando os recursos funcionais. Na segunda as cargas v&atilde;o aumentando sistematicamente, produzindo transforma&ccedil;&otilde;es estruturais e funcionais em &oacute;rg&atilde;os e malhas do sistema funcional correspondente. A terceira fase &eacute; a adapta&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica est&aacute;vel mediante uma reserva que permita um novo n&iacute;vel funcional do esportista. Existiria uma quarta fase que se provocaria por um treinamento irracional, e se descreveria como uma insufici&ecirc;ncia funcional, causando mal rendimento muscular e predom&iacute;nio dos processos catab&oacute;licos frente aos anab&oacute;licos (Pablos e couve., 2005)</p>
<p style="text-align: justify;">Tr&ecirc;s formas de supercompensa&ccedil;&atilde;o: Positiva: se d&aacute; o tempo suficiente entre as cargas para que seja poss&iacute;vel produzir a melhora do n&iacute;vel de aproveitamento dos efeitos da carga anterior. Neutra: o tempo de recupera&ccedil;&atilde;o &eacute; muito comprido alcan&ccedil;ando o n&iacute;vel anterior de rendimento. Negativa: quando o tempo de recupera&ccedil;&atilde;o &eacute; muito curto e n&atilde;o se permite que se recupere o organismo, produzindo uma baixa do n&iacute;vel de rendimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. S&iacute;ndrome Geral de Adapta&ccedil;&atilde;o</strong><br />
Hans Seyle estudou a natureza e os efeitos do estresse (entendido como est&iacute;mulo externo determinado por fatores como a intensidade, dura&ccedil;&atilde;o, densidade, volume que alterar&aacute; o equil&iacute;brio interno do organismo). A partir do que observou desenhou um modelo denominado s&iacute;ndrome de adapta&ccedil;&atilde;o geral (SAG), o qual serve para explicar o desenvolvimento da for&ccedil;a. Este modelo mostra como o estresse gera uma situa&ccedil;&atilde;o desequilibradora, o corpo responder&aacute; mediante alguns ajustes fisiol&oacute;gicos para opor-se ao estresse e restabelecer o equil&iacute;brio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Principio de progress&atilde;o ou do crescimento paulatino do esfor&ccedil;o</strong><br />
Ap&oacute;ia-se na capacidade de assimila&ccedil;&atilde;o de est&iacute;mulos crescentes. A progress&atilde;o favorecer&aacute; o incremento do n&iacute;vel do atleta. Embora tenha que destacar que o princ&iacute;pio do esfor&ccedil;o progressivo n&atilde;o gera um incremento do rendimento de forma linear.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Principio de variabilidade</strong><br />
Aplica&ccedil;&atilde;o de grande variedade de exerc&iacute;cios, cargas e m&eacute;todos. Para evitar a monotonia, a habitua&ccedil;&atilde;o e acomoda&ccedil;&atilde;o ao est&iacute;mulo junto a um baixo n&iacute;vel de ativa&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os motivos que s&atilde;o capazes de alterar os fatores musculares mediante o treinamento e pelo que, a hipertrofia muscular &eacute; dependente segundo Gonz&aacute;lez Badillo e Ribas Serna (2002) s&atilde;o:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a)</strong> esfor&ccedil;o do treinamento<br />
<strong>b)</strong> presen&ccedil;a de horm&ocirc;nios (GH, testosterona, estrog&ecirc;nios, insulina, catecolaminas, cortic&oacute;ides). As respostas agudas hormonais &eacute; um dos fatores que mais contribuem &agrave; hipertrofia muscular, Kraemer e couve., (1990 no Ahtiainen e couve., 2005)<br />
<strong>c)</strong> fatores de crescimento (IGF ou fator de crescimento parecido &agrave; insulina, GF fibrobl&aacute;stico, GF derivado das plaquetas, GF neural, GF colin&eacute;rgico, entre outros)<br />
<strong>d)</strong> alguns substratos ergog&eacute;nicos (como o cloridrato de creatina)<br />
<strong>e)</strong> &Ecirc;nfase da fase exc&ecirc;ntrica. Considera-se essencial a fase exc&ecirc;ntrica para que possa acontecer a hipertrofia, Booth e couve., 1991;Higbie e couve., 1996 citados por L&ecirc;, 2003; Gonz&aacute;lez Badillo e Ribas Serna 2002; Dudley e couve., 2003; Ebbeling e couve., 1989 no Antonio e Gonyea, 1993)</p>
<p style="text-align: justify;">“Muitas das adapta&ccedil;&otilde;es estruturais produzidas pelo treinamento de for&ccedil;a, s&atilde;o frutos de uma ativa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica do sistema neuroend&oacute;crino que afeta o grupo de horm&ocirc;nios que determinam o balan&ccedil;o anab&oacute;lico-catab&oacute;lico”, conhecendo esta rela&ccedil;&atilde;o deu incentivo para que os esportistas tomassem subst&acirc;ncias ergog&eacute;nicas ou hormonar-se, simulando o incremento agudo hormonal induzido pelo exerc&iacute;cio, a fim de mediar &agrave;s mudan&ccedil;as no tamanho muscular e na fun&ccedil;&atilde;o neuromuscular (Kraemer e couve., 1990 no Ahtiainen e couve., 2005; Caldeir&atilde;o e col,2004.).</p>
<p style="text-align: justify;">Sem querer dar uma de juiz nem moralista se exp&otilde;e brevemente a seguir um tema que parece tabu, mas que &eacute; atual e sobre o qual os cientistas realizaram estudos para encontrar resultados objetivos. Trata-se do uso dos agentes hormonais. No artigo vai se tratar brevemente da rela&ccedil;&atilde;o destas subst&acirc;ncias com respeito ao crescimento muscular, e n&atilde;o aprofundaremos sobre os efeitos secund&aacute;rios. Estas subst&acirc;ncias incrementam a corporal, visto que atuam sobre as s&iacute;nteses prot&eacute;icas e sobre o conte&uacute;do h&iacute;drico muscular e reduzem &agrave; graxa, aumentam a for&ccedil;a, aumentam a resist&ecirc;ncia e reduz o tempo de recupera&ccedil;&atilde;o. Pretendem gerar efeito anab&oacute;lico e anticatab&oacute;licos somados (Garc&iacute;a Manso, 1999), recordemos que ter&aacute; que facilitar este estado visto que a vida das prote&iacute;nas contr&aacute;teis &eacute; pequena, de 7-15 dias (Heredia e Ram&oacute;n 2005), por isso d&ecirc; muita import&acirc;ncia ao descanso.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o desenvolvimento muscular (hipertrofia) os horm&ocirc;nios anab&oacute;licos (com car&aacute;ter construtivo) que mais se destacam s&atilde;o a testosterona, horm&ocirc;nio de crescimento, insulina e somatomedinas.<br />
Philips (1990 no Garc&iacute;a Manso, 1999) determina que a dose &uacute;til e n&atilde;o prejudicial esta influenciada por cinco par&acirc;metros:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Momento que se usa<br />
2. Efeito que pretende<br />
3. A&ccedil;&atilde;o paralela com outros produtos<br />
4. Formas de administra&ccedil;&atilde;o<br />
5. Caracter&iacute;sticas da pessoa</p>
<p style="text-align: justify;">N&atilde;o pode se assegurar que toda a atividade dos ester&oacute;ides anabolizantes sint&eacute;ticos se deva a sua intera&ccedil;&atilde;o com os receptores fisiol&oacute;gicos de andr&oacute;ginos (Manso, 1992) al&eacute;m de estarem demonstrados os nocivos efeitos colaterais que provocam sobre o organismo (Kraemer, 1999; Wilmore e Costill, 1998; Manso, 1992; Garc&iacute;a Manso, 1999; Gonz&aacute;lez Badillo e Gorostiaga, 1995; entre outros)</p>
<p style="text-align: justify;">Como conclus&atilde;o podemos dizer que o est&iacute;mulo extensivo com objetivo hipertr&oacute;fico gera uma grande fadiga, e uma grande degrada&ccedil;&atilde;o prot&eacute;ica, aspectos que geram um fen&ocirc;meno de supercompensa&ccedil;&atilde;o e portanto maior ser&aacute; a s&iacute;ntese prot&eacute;ica (Teoria Engelgardt). Se estiver bem acompanhado de uma correta e planejada alimenta&ccedil;&atilde;o (Volek, 2004) e um descanso superior a 24 horas (H&auml;kkinen, 1994 no Garc&iacute;a Manso, 1999) e tappering adequado. N&atilde;o cumprir corretamente estes par&acirc;metros desencadear&aacute; que se imponham as rea&ccedil;&otilde;es catab&oacute;licas frente &agrave;s anab&oacute;licas al&eacute;m de estar exposto a sofrer sobretreinamento (Israel em Pablos e col., 2005) e les&otilde;es. O uso de agentes hormonais anab&oacute;licos v&atilde;o favorecer o desenvolvimento muscular por seu efeito anab&oacute;lico (construtivo) e anti-catab&oacute;lico (anti-destrui&ccedil;&atilde;o) obrigado principalmente por uma maior s&iacute;ntese prot&eacute;ica e a uma maior velocidade de recupera&ccedil;&atilde;o. Embora possua efeitos secund&aacute;rios adversos e nocivos para a sa&uacute;de de nosso organismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referencias bibliogr&aacute;ficas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">• Ahtiainen, J.P.; Pakarinen, A; Alen, M.; Kraemer, W.J.; H&auml;kkinen, K.(2005). Short vs long rest period between the set in hypertrophic resistance triniang: Influence on muscle strength, size, and hormonal adaptations in trained men. Journal of Strength and conditioning Research, 19(3), 572-582<br />
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• Garc&iacute;a Manso, J.M. (1999) La fuerza. Madrid: Gymnos<br />
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• Guyton,A.,Hall, J. (1997).Tratado de fisiolog&iacute;a 9ª Edici&oacute;n Editorial McGraw-Hill interamericana<br />
• Manso, R(1992) Efectos fisiol&oacute;gicos y mecanismos de acci&oacute;n de las sustancias y m&eacute;todos de dopaje. En Gonz&aacute;lez Gallego, J. Fisiolog&iacute;a de la actividad f&iacute;sica y el deporte. Madrid: McGraw-Hill Interamericana de Espa&ntilde;a<br />
• Pablos., C y Campos, J (2005) Apuntes de la asignatura de Teor&iacute;a y Pr&aacute;ctica del entrenamiento 5º F.CC.A.F.E Universidad de Valencia<br />
• Siff, M y Verhoshansky, Y. (2000) “Superentrenamiento” Editorial Paidotribo Barcelona<br />
• Tous,J (1999). Nuevas tendencias en fuerza y musculaci&oacute;n. Barcelona:Editorial Ergo</p>
<p style="text-align: justify;">Traduzido pela Equipe Teu Corpo.com.br</p>
<p style="text-align: justify;">Titulo original: http://www.aptavs.com/articulos/ganar-masa-muscular.asp</p>
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