Como ficar bonito

Acredita que não é bonito?

Como ficar bonito? O problema é que nunca deixamos de nos atormentar por causa de nossos defeitos. Mas se nos víssemos da mesma maneira como fazem os outros, teríamos uma melhor opinião de nós mesmos. Acontece que o conhecimento que cada pessoa tem de si é o segredo de beleza melhor guardado de todos.

Não se sinta mal pelo fato de querer ser bonito

As pessoas de aparência agradável recebem um tratamento especial em todos os lados, tanto da parte de estranhos como de seus chefes e, inclusive, de suas mães. Estas pessoas obtêm verdadeiros benefícios sociais e econômicos na vida: desde numerosas proposições amorosas até condenações menos severas nos tribunais. Para o resto de nós não fica mais que amaldiçoar as vantagens que tem a beleza pelo simples fato de que acreditamos que nunca poderemos formar parte do clube dos lindos. Ou estou me equivocando?

Como ficar bonito

Como ficar bonito?

Quando se trata de julgar nossa aparência, não nos aproximamos sequer do objetivo. Outros vêem nosso corpo em conjunto, enquanto que nós, cada vez que nos olhamos no espelho, não fazemos outra coisa que dirigir a atenção imediatamente para nossos defeitos. Essa protuberância no nariz de sua amiga? É seu charme! Confere-lhe personalidade! Mas em você, essa coisa no nariz lhe desfigura totalmente o rosto. A opinião que temos sobre nosso aspecto físico também obedece a uma questão de capricho. Podemos nos sentir a pessoa mais atrativa de uma festa, mas a mais desalinhada em outra, e tudo na mesma noite. Se não pudermos confiar em nosso próprio julgamento, ou na opinião de nossos familiares ou amigos, ficamos a mercê do que digam terceiros para satisfazer a curiosidade que sentimos a respeito de nossa aparência.

A boa notícia é que o mais certo é que sejamos mais atrativos do que pensamos. Tudo se reduz, em parte, a uma questão de atenção limitada. Outros estão muito ocupados com sua própria aparência para criticar a nossa. Se sempre estivermos pendentes com nosso corpo (como procuram fazer as mulheres), ou se não nos sentimos tão cômodos em público, é porque quase —com toda segurança— nosso físico desperta um interesse e uma satisfação muito maior de que acreditamos ter. Além disso, todos temos a habilidade inata de mudar a maneira como os outros nos vêem, sem a necessidade de recorrer a nenhum tipo de transformação física. Quando nós estamos convencidos de que somos atrativos, as outras pessoas nos vêem de uma perspectiva mais favorável. Chame-o de uma mudança interior, se assim o desejar. Entender a visão que temos de nossa aparência pode nos ajudar a que não nos obcequemos tanto pelo aspecto físico e, por conseguinte, a que pensemos melhor.

Por que será que a opinião que nós formamos a respeito de nossa aparência é tão alterada?
Um passeio pelo parque pode fazer com que troquemos a visão que temos sobre nosso corpo. O cérebro tem um “sexímetro” instalado que nunca deixa de reunir informação. Os psicólogos o chamam de o “efeito do contraste”: nos sentimos belos quando estamos rodeados de pessoas feias, e feios quando estamos com pessoas bonitas. Estas comparações sociais não só acontecem quando, de maneira deliberada, aprovamos ou não às pessoas que passam do nosso lado; também ocorrem constante e automaticamente. A um grupo de pessoas lhe mostraram imagens subliminares de rostos femininos bonitos e formosos, enquanto que a outro mostraram fotos instantâneas de rostos de mulheres feias. No final do estudo, os primeiros afirmaram sentirem-se menos atrativos em comparação com a opinião que tiveram os participantes do segundo de si mesmos. O conceito que temos de nosso aspecto físico se fundamenta em milhares destas comparações.

“Tenho uma estatura de 1,52 m e algumas curvinhas. Meu corpo me agrada”, afirma Deanna Melluso, uma cosmetóloga de Nova Iorque que maquia modelos para sessões de fotos para revistas e espetáculos. “Mas quando estou rodeada de mulheres esbeltas todo o dia começo a me sentir gorda. Logo que saio do atelier, volto a me sentir normal. Penso que estava em um mundo irreal”.

O fato de que a condição social das mulheres está sujeita com freqüência ao aspecto que tenham seus rostos e corpos é, possivelmente, a razão porque elas são particularmente suscetíveis a este fenômeno. “Quando às mulheres comparam seu físico geralmente ou fazem com uma beleza idealizada, como a de uma modelo de passarela”, explica Richard Robins, professor de Psicologia dá Universidade da Califórnia, em Davis. “Em geral, quando os homens, e também às mulheres, comparam sua inteligência, não o fazem com Albert Einstein, mas sim com alguém comum”.

A um grupo de homens e mulheres lhes pediu que resolvessem uma série de problemas matemáticos. Os resultados dos homens foram iguais aos das mulheres na parte em que todos estavam trabalhando completamente vestidos. Mas quando foi pedido que fizessem os cálculos em traje de banho, as mulheres não se saíram tão bem como os homens. Estavam muito nervosas perguntando-se como se veriam, o que lhes impediu de resolver os problemas corretamente.

Nós somos os juízes mais severos de nossa própria beleza

Como ser atrativoTodos somos mais severos ao julgar nossa aparência quando estamos totalmente pendentes com nosso corpo, como quando estamos fazendo uma apresentação ante os colegas de trabalho. Apesar disso, as pessoas que sentem acanhamento estando em público sofrem este fenômeno o tempo todo. Cada um de nós conhece alguém assim: uma amiga que nunca sai de sua casa, nem sequer para tomar um cafezinho, sem se produzir toda. Para outros, estas pessoas são, no geral, mais atrativas fisicamente do que acreditam, sustenta William Thornton, professor de Psicologia da Universidade de Maine. Entretanto, esse cuidado pessoal exagerado não consegue corrigir suas “imperfeições” internas. Este tipo de pessoa está acostumada a comparar-se quase exclusivamente com outras extremamente atrativas, e terminam sentindo-se deprimidas.

À medida que nossos rostos e corpos vão mudando na infância e na adolescência, nós formamos uma imagem de nós mesmos que dificilmente podemos esquecer quando somos adultos, apesar de antiquada ou equivocada que seja dita imagem. Nem todas as pessoas que detestavam seu físico enquanto cresciam foram meninos feios, indica James Rosen, professor emérito de Psicologia da Universidade de Vermont. Alguns foram bonitos, embora tivessem um traço excepcional. Ou eram muito altos ou muito sardentos, e isso atraía olhares e comentários zombadores.

São os mesmos pais quem às vezes formam o “espelho interno” dos filhos, explica a psicanalista Vivian Diller. Um menino onde seus pais lhe dizem constantemente que é feio pode crescer normalmente sem ser afetado por isso. Mais sutil é o efeito que tem o “brilho em seus olhos”, adiciona. A luz que irradiam os olhos dos pais ante o “simples” feito de ver seus filhos e o regozijo que sentem por seus encantos individuais.

Embora o amor dos pais possa reforçar a auto-estima de algumas crianças, não há uma relação direta entre as experiências que vivemos na infância e a imagem que temos de nós mesmos quando somos adultos. Com freqüência, os patos feios se convertem em formosos cisnes, ou vêem como seus amigos terminam aceitando sua aparência. Donelle Ruwe, que na atualidade se desempenha como professora na Universidade Northern, Arizona, era terrivelmente alta e feia, uma jovenzinha que usava óculos e aparelhos de ortodontia. Apesar disso, era uma virtuosa do piano. Aos 19 anos, quando acabava de tirar o aparelho, um perito em procurar garotas para concursos de beleza que desejava melhorar o segmento de talentos, lhe sugeriu que se inscrevesse esse ano. Ela o fez, e, para surpresa de todos, foi coroada Miss Meridian, Iowa, em 1985.

“Pela primeira vez me senti bonita”, admite. E agora que confiava em sua aparência, sentiu-se mais livre para desenvolver seu intelecto. Expressava suas opiniões em classe e debatia com seus companheiros mais facilmente. “Acredito que quando alguém é tímido porque não está satisfeito com sua anatomia, uma grande parte de suas emoções e pensamentos é dirigida para seu corpo”, explica. “Mas quando se libera desse acanhamento, pode se relacionar livremente”.

Entretanto, quem é bonito desde que nasce também enfrenta problemas potenciais. Há meninos muito lindos que podem ser adultos inseguros, em particular se só são elogiados por sua beleza física. Podem criar uma forma de se auto-avaliar extremamente severa. Segundo Heather Patrick, pesquisadora do Colégio Baylor de Medicina, estas pessoas desenvolvem o que se chama de “auto-estima dependente”. Se sentem bem em relação com sua aparência, só se conseguem alcançar algumas metas específicas e geralmente muito elevadas, como ter peso corporal determinado. A satisfação pessoal não entra no espectro de suas possibilidades. Se não satisfazerem suas expectativas, sentem-se horríveis.

Carol Alt, uma das garotas que apareceram na capa da revista Sports Illustrated, foi vítima deste fenômeno em 1995. O fotógrafo com quem estava realizando uma sessão lhe disse que estava fora de peso para usar um biquíni. Depois de passar todo um dia no estúdio tratando de esconder esses centímetros a mais, se despediu e pediu que retornasse a sua casa em Los Angeles. Ali se afundou em uma profunda depressão. “Sentia-me gorda e culpada cada vez que comia”, diz. “Acredito que não tinha controle sobre meu corpo, e essa fragilidade era frustrante e aterradora”.

Com respeito à aparência física, igual à com outros aspectos da vida, agrada-nos mais ser reconhecidos (e nos recuperamos mais rapidamente do fracasso) quando os bons resultados são produtos do esforço e não unicamente do que nos deu a natureza. Se tivermos sido bonitos desde pequenos só podemos agradecer aos genes de nossos pais. Mas se formos atrativos porque investimos tempo e energia em nosso cuidado, todo o mérito é nosso.

Carol Alt explica que agora, aos 45 anos, sente-se mais atrativa do que nunca. A autora de livro Eating in the Raw (Um guia sobre como emagrecer, sentir-se mais saudável e ver-se mais jovem comendo alimentos crus) conta que depois de modificar sua dieta sua vida mudou completamente. “Agora me sinto mais cortejada quando alguém faz um comentário sobre algo pelo qual trabalhei muito duro, como me manter saudável, quando me dizem: “Você é muito bonita!”.

A beleza não é só uma questão de sorte ao nascer

Na vida real, longe dos limites artificiais estabelecidos pelas provas de laboratório e as sessões de fotografia, nosso físico sempre é julgado junto com a impressão que causam nossa linguagem corporal, voz e temperamento. O encanto pode superar a beleza. Alguns psicólogos gravaram um grupo de voluntários enquanto entravam em uma residência e se apresentavam a outras duas pessoas. Os condutores do estudo pediram a vários desconhecidos que qualificassem aos participantes em termos de atração fisica, expressividade emotiva e destrezas sociais. As três qualidades contribuíram para a boa impressão geral que causaram os voluntários, mas a atração física foi o fator menos importante.
A maneira mais fácil de influenciar na imagem que outros formam de nós é demonstrar que eles nos agradam, explica as psicólogas Ann Demarais e Valerie White, autoras do livro First Impressions: What You Dom’t Know About How Others See You (A primeira impressão: o que não sabemos sobre a maneira como os outros nos vêem). Se mostrarmos interesse no que eles dizem, ou lhes sorrimos ou lhes damos um tapinha no braço, é muito provável que se sintam bajulados, cômodos e inclusive mais atraídos por nós. Alguém a quem lhe pareçamos simpáticos provavelmente não notará nossos defeitos. Além disso, ninguém se fixa tanto em nossa calvície ou nesses kilinhos a mais que nós mesmos.

Demarais e White relataram o caso de um cliente que sofria porque imaginava que as pessoas não faziam mais que estar reparando em seus dentes tortos, que era o traço físico que mais lhe desagradava. Ao se dar conta de que às outras pessoas não se interessavam pelos seus dentes, sentiu-se liberado. “Começou a sorrir abertamente quando conhecia alguém”, contam as psicólogas. “Já que ninguém reagia horrorizado (ao contrário, o faziam de forma positiva), começou a sentir-se tranqüilo com seu sorriso. Ao estar mais cômodo consigo mesmo, começou a ser mais atrativo para os outros”.

A maioria de nós teve a misteriosa experiência de ver como alguém fica cada vez mais belo com o tempo, à medida que aprofundamos nossa relação com ela ou ele. Imaginamos que sempre somos vistos através do cristal de um olhar generoso, e que em pouco tempo observamos um reflexo mais agradável nos olhos de outros. Pode ser que não apaguemos o “sexímetro” de nosso cérebro, mas é muito provável que passemos menos tempo preocupados frente ao espelho e mais tempo compartilhando com o resto do mundo.

Como sentir-se mais atrativo?

Tenha a melhor opinião de si mesmo. Pense que a beleza profissional é uma maravilha da estética, e um acidente da genética. Além disso, essas pessoas a quem você tanto inveja sua aparência estão muito ocupadas comparando-se com outras inclusive mais belas. “Nunca acreditei que sou bonita”, afirma Carol Alt, a supermodelo dos anos 80. “Havia algumas garotas que ao entrar em um salão monopolizavam o olhar de todos. Nicolette Sheridan (hoje uma das atrizes da série Desperate Housewives) era uma delas. Uau! Que mulher!”.

Cuidado com suas relações

“Uma das condições do ser humano é ver-se através dos olhos de outros”, explica Ellen McGrath, psicóloga clínica e presidente do The Bridge Coaching Institute. Nossos parceiros(as) influem significativamente na visão que temos de nós mesmos. Se nos derem uma boa dose de carinho e aceitação, “é como nos sentir à luz de velas em um jantar romântico; nos vêem da melhor maneira possível”, afirma McGrath. Se estamos rodeados de pessoas criticas terminaremos nos julgando em termos igualmente severos. Se você acreditar que não é atrativo, seu parceiro(a) pode ter influenciado sutilmente em sua maneira de pensar.

Não se trata de você!

As pessoas tímidas sempre se consideram menos atrativas em comparação com a maneira em que os outros a vêem. “Quando nos acostumamos a centrar a atenção em nós mesmos nos fazemos mais autocríticos”, indica Bernie Carducci, professor de Psicologia da Universidade de Indiana. Se nos obrigarmos a nos aproximar de outros e fazê-los sentir cômodos, nossas inseguranças desaparecerão. “Vá a uma festa com um grupo de amigos e automaticamente se verá mais atrativo”, afirma Carducci. “Isso se chama capital social, e indica que você sabe como dirigir às outras pessoas e as manter unidas”.

Você desempenha um papel chave

Seu corpo é um objeto estático que deve ser observado ou uma máquina em funcionamento? As mulheres sempre estão pensando em como melhorar seus corpos. Em contrapartida, os homens se preocupam mais em quão bem podem funcionar, afirma Stephen Franzol, professor de Psicologia. “Se considerar que seu corpo é uma máquina, o vê como algo que pode transformar”, adiciona. “Esta visão proativa transfere o centro de poder para você mesmo, e não para a pessoa que observa e julga seu corpo”.

Transforme-se interiormente

Cuide-se das correntes de pensamento negativo. “Substitua os pensamentos autodestrutivos como ‘minhas coxas são muito gordas e feias’ por afirmações mais neutras como ‘minhas coxas são largas e musculosas”, sugere James Rosen, professor emérito de Psicologia na Universidade de Vermont. Dedique mais tempo a outros aspectos de sua imagem. “Pense nas qualidades pelas que outros o consideram uma pessoa agradável: possivelmente porque respeitam sua competência ou porque você é carinhoso e interessante. No mais, estas características são mais importantes para o atrativo de uma pessoa que a mera aparência física”.

Seja uma pessoa excepcional

Carducci, que também tenta superar seu próprio acanhamento, esforça-se não só em ser a pessoa mais atrativa em qualquer lugar que esteja, mas também em ser o mais bem vestido. “Minhas roupas favoritas são uma camisa de algodão amarela, uma gravata vermelha com estampados geométricos, um par de sapatos e uma jaqueta de quadros. O que intento lhe dizer às pessoas é: ‘Estou aqui para fazê-la estar bem’. Quando usamos um tipo de roupa que reflete quem sou é mais fácil para os outros conversar conosco. Não se trata do atrativo, mas sim de quão acessível nós somos”.

Sinta-se melhor à medida que passam os anos

Nos amedronta ter que envelhecer, mas há provas de que muitas pessoas se sentem mais atrativas com o passar dos anos. “As mulheres mais velhas procuram se livrar do acanhamento”, afirma Leslie Goldman, autora do livro Locker Room Diaries (Diário de vestiário), um relato de seu estudo etnográfico sobre a conduta das mulheres no ginásio. “Nunca antes tinha visto uma mulher de mais de 60 anos correr para um banho para se trocar ou dar uma olhada rápida para tirar a toalha”.

A beleza não é uma panacéia

No geral, as pessoas de aparência agradável não são mais felizes que quem é menos desprovida da beleza. O otimismo, a esperança, as relações gratificantes e o significado e o propósito da vida influem muito mais na felicidade que o simples aspecto físico.

“Não me interpretem mal. Às vezes recebo um tratamento especial devido a minha condição de celebridade”, afirma Carol Alt. “Mas também sofri muito. Sou divorciada e perdi meu pai e meu irmão. Não acredito que o destino se apóie em nossa aparência física para decidir o que vai acontecer”.

Como ficar bonito não é mais um tabu!

Traduzido pela equipe Teu Corpo.com.br

Referência: http://www.esencialidad.com/index.php?option=com_content&task=view&id=348&Itemid=468

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57 Respostas para “Como ficar bonito”


  1. raquel
    09out.

    sou muito bonita todos me dis


  2. ana lia
    09out.

    eu gostei muito desse testo

    e sem pre vou ler esse testo

    quem escreveu esta de parabéns.

    beijos…


  3. Michele Rodrigues
    09out.

    Me acho feia de monstro, um monte de gente já me falou que sou feia, às vezes sinto um comentário maldoso, e olha que eu tô me cuidando!Tenho 27 anos, obrigada!


  4. Henrique
    09out.

    Minha mae e minha familia sempre diz que sou bonito, mas a mãe e muito suspeita, tem dias que me acho o mister niverso mas tem outros que estou horrivel. Meus cortes de cabelos nunca se acertam e meu nariz da dó, sou muito alto e magro, me sinto um E.T social. Queria mesmo faser uma plastica ou faser os joelhos pra ficar mais baixo.


  5. Diego
    09out.

    NOSSA GALERA MUITO OBRIGADO PELAS INFORMAÇOES NO SITE SABE ESSA SEMANA ESTOU MUITO DESANIMADO COM MINHA APARENCIA, ATÉ JA PROCUREI CLINICAS PARA PLASTICA, ESTAVA DESMOTIVADO , MAIS HJ EU LI O SITE ME MOTIVOU MUITO, MUITO OBRIGADO .


  6. Nas remixes
    09out.

    Nas remixes

    Como ficar bonito

  7. Estou passando por um momento de grandes dificuldades em aceitar o fato de que estou já na idade adulta e tudo o que foi de mais belo e valioso em minha vida está terminado. Tudo é mais bonito quando a gente é jovem. Depois que nos tornamos adultos tudo se transforma, perde o encanto. Ao longo de meus 48 anos de ida, já começo a sentir a dor de conviver com as mudanças na aparência, as rugas, as linhas de expressão, a auto rejeição me consumindo, me pondo em desvantagem com os jovens nos quais tanto me projeto. Infelizmente não nasci para ser tal qual um Justin Bieber, ou mesmo como um jovem com o qual a natureza foi generosa em matéria de beleza, meus pais não são de linhagem de pessoas bonitas e consequentemente nós herdamos deles todo esse mal repudiado no mundo de hoje. Que pena, eu que pensava que era bonito, agora vejo que a esta altura da minha vida,não sou nada além de uma caricatura humana deformada e desgastada pela ação do tempo. Eu era feliz quando fui jovem. Agora vejo o quanto perdi e que não posso mais recuperar, a vida não tem mais graça. Gostei muito da sua matéria, porém apenas momentaneamente me sinto bem, mas depois tudo começa de novo.

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